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terça-feira, 22 de agosto de 2017

HQ CURTA DE SEGUNDA #07 -- FAZENDO CONTRIBUIÇÕES


Parece ser só mais um dia normal para o (na época) casal Parker: O Aranha detendo algum vilão do dia, enquanto sua esposa trabalha como supermodelo. Será só isso mesmo?














domingo, 20 de agosto de 2017

DEFENSORES DE QUEM?


Defensores tem uma dura pretensão de unir pontas soltas de cinco temporadas que a antecedem, garantir a união e funcionamento de quatro universos “diferentes”, e por cima ditar novos rumos para esses. Parece muita coisa para 08 episódios, mas não é, isso é cumprido, a falha maior da série não será essa. Com a ação bem dividida, falta de protagonismo do Demolidor para melhor espaço a outras três perspectivas, em especial a do Punho de Ferro, o roteiro tenta dar uma costura de forma que “todos interajam”, fazendo certo peso em momentos que a narrativa precisava desenrolar de vez; A falta de ação nos primeiros episódios não chega a soar incômoda, justamente por desenvolver uma motivação que levará cada antiherói a “trabalhar em equipe” (menos aqueles apaixonados irracionalmente), ELA SE TORNARÁ incômoda mesmo depois que a turma for estabelecida, e o telespectador se der conta de que não há o antagonismo tão necessário para sustentar a briga. “Defensores” não define sua curta meta: Uma hora quer soar como um trabalho fora da caixa, urbano e alheio aos trajes e universo superheroístico (essa palavra existe?!), enquanto outra segue os clichês de velhos gibis com aliança de vilões e coadjuvantes, ambos com planos unidimensionais. É tanto uma montanha de emoções e pequenos contos mal resolvidos, que chega a ser difícil se processar e colocar em palavras o que foi visto, mas vou tentar.
 
Cage: Já tracei a detetive, a enfermeira, e a outra detetive. E vocês?

Na trama, um abalado Punho de Ferro sente-se próximo de realizar “seu destino” dando fim à organização milenar Tentáculo, embora lhe seja cada vez mais perceptível que a ingrata tarefa não será concluída apenas por ele e sua habilidade com os punhos. Matt Murdock lida com certa exclusão de seus amigos mais próximos advindo da dura descoberta do que “apronta pelas noites”, e semelhante a um dependente químico, luta contra qualquer recaída ao vigilantismo, tentando se convencer de que pode mudar o mundo apenas dentro do tribunal. A cena em que Matt explica a um rapaz cadeirante a dureza de sua nova condição é de uma sensibilidade muito bem sacada do personagem. Luke Cage sai da cadeia como se nada tivesse acontecido, enquanto Jessica Jones continua sem rumo, e negando um pedido de investigação de uma mãe com uma filha, a maneira como a investigara vai entrar na trama pode soar como a mais forçada, graças ao telefonema suspeito. Cada um dos quatro, tem a obvia iluminação dos cenários com sua “cor tema”, o que se pode fazer pesar mesmo é a transição de foco nada sutil de um para o outro.

Cadê o exército do Stick? Bem, o orçamento não deu...

 
Pausa pro café.
Feitas as apresentações, a que mais vale destaque é entre Danny Rand e Luke Cage. Passada a ótima e obrigatória luta de desentendimento, o diálogo de prejulgamentos de um contra o outro é mais violento que as porradas que trocam (epa). Ao tempo que Murdock tenta colar na Jones, mas sem o mesmo brilho da dupla anterior, conduzindo ao famoso quebra pau do trailer, e todas as piadinhas possíveis –e justificáveis- sobre um cachecol.

A vilã Alexandra – A Grande (Sigourney Weaver) não é feita com desinteresse como eu havia visto em alguns comentários, pelo contrário, ela é um dos poucos aspectos mais objetivos do show: uma secular conquistadora amarga querendo viver mais e continuar liderando tudo, com todos os servindo. Sua dominação do mundo é mais sistemática que a maioria dos vilões, tanto que na lógica dela, um grupo fantasiado é só “poeira e pó” que pode ser derrubado de um dia pro outro, tal qual alguma cidade no caminho dos planos, assim como convence até certo ponto a “filha” que ela vê na ninja assassina Elektra. O empecilho aqui com alguns dos “super-vilões” são eles serem fodonizados previamente, e na hora do “vamo ver” não convencerem. Como exemplo do japa “desovador de urso” e “dono da coleira do Nobu”... Isso enquanto Elecktra se mostra mais eficiente sozinha que todo o exército que a acompanha, ao ponto de dar uma lição na equipe várias vezes, parecendo algumas vezes o “Nêmesis” do game Resident 3 dada a “imortalidade” e “insistência” na caça. cenas de invasão de vários capangas também lembram o jogo...)

Estamos cercados e pondo inocentes em risco, mas dane-se, vamos fazer um sorrizinho e uma pose cool.


Defensores falha ao tentar enganar como série urbana, quando seu núcleo maior é no misticismo. Portanto não abraça de vez o conceito do Tentáculo com ninjas que se dissolvem, e coloca seus protagonistas em constante descrença com todo lado “fantasioso” da proposta. Tenta abraçar um realismo que tropeça no caricato fato dos antagonistas terem chance de assassiná-los várias vezes e o deixar passar pela conveniência. O ritmo não pesa tanto quanto “Jessica Jones”, a ação é interessante, embora no final, se recapitulado com calma tudo o que foi visto, vai ficar o gosto amargo de uma esperança em longo prazo não compensada.


Nota: 6.6

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Maratona Novos 52 - Universo Lanterna Verde Parte 2



Guia com todas as postagens anteriores da maratona:



Análise de Lanterna Verde #7-12 e Anual #1, do encadernado Green Lantern: Revenge of the Black Hand, com roteiro de Geoff Johns e desenhos de Dough Mahnke e Ethan Van Sciver, e tecerei breves comentários sobre as edições.

Edição #7: Sinestro descobre nas profecias do Livro Negro, os planos dos Guardiões de Oa em substituir toda a Tropa dos Lanternas Verdes. Antes que ele e Hal Jordan pudessem fazer qualquer coisa, são levados pela Troap Índigo.

Edição #8: Sinestro é submetido ao processo de conversão para se tornar o mais novo membro da Tropa Índigo. Hal Jordan tenta escapar de sua prisão que está sendo guardada pelo Mão Negra.

Edição #9: Tentando escapar da Tropa Índigo, Hal Jordan descobre que Abi Sur, prevendo um futuro sombrio para todas as tropas, criou os índigos e seus anéis da compaixão, como a única maneira de deter o iminente ataque dos Guardiões do Universo.

Edição #10: A bateria central Índigo foi desligada, e seus integrantes, em sua grande maioria, assassinos e malfeitores estão libertos do poder da compaixão, incluindo Mão Negra. Começa a caçada à Hal e Sinestro.

Edição #11: William Hand se sacrificou antes que seu anel Índigo lhe alcançasse, recuperando novamente sues poderes do anel negro. De volta à seu lar, o Mão Negra inicia seus planos de chacina e retorno dos mortos. Hal e Sinestro precisam unir novamente suas forças para evitar o mal maior.

Edição #12: Da última vez em que se enfrentaram durante a saga A Noite Mais Densa, foi preciso a união de outro espectro de luz ao lado do anel verde para derrotar Mão Negra e seu exército. Porém, dessa vez apenas Hal Jordan e Sinestro, portadores de anéis verdes formam a linha de frente contra os mortos-vivos. Será precisa toda a força de vontade desses soldados esmeraldas para deter a ameaça negra.

Anual #1: Acreditando que o livre-arbítrio de seus exércitos é a causa do caos do universo, os Guardiões estão decididos a erradicar todas as tropas e impor a ordem por meio de seu Terceiro Exército. Enquanto Hal Jordan e Sinestro combatiam o Mão Negra, os Guardiões intervém em favor do vilão e aparentemente matam os dois Lanternas Verdes. Os Guardiões usam o poder do Primeiro Lanterna para criar o Terceiro Exército. É o prólogo para a saga Ascensão do Terceiro Exército.


Geoff Johns continuam a desenvolver de forma frenética e dramática uma trama que explora ainda mais a fundo o passado e a essência dos Guardiões do Universo. Leitura recomendada.


Análise de Tropa dos Lanternas Verdes #8-14 e 0, do encadernado Green Lantern Corps: Alpha War, com roteiro de Peter Tomasi e desenhos de Fernando Pasarin e Scott Hanna, e tecerei breves comentários sobre as edições.

Edição #8: Sob ordens dos Guardiões do Universo, a Tropa deve guardar a bateria da Tropa Sinestro. Guy Gardner, como sempre, não deixa de aproveitar a oportunidade para expressar seu lado rebelde. Ao ser convocado pelos Guardiões, Guy se surpreende com a proposta.

Edição #9: Os Lanternas Alfas, uma força policial criada para vigiar as ações dos Lanternas Verdes acusam John Stewart de assassinar o lanterna Kirrt. Conforme visto no arco anterior, Stewart matou Kirrt para evitar que ele revelasse o código de entrada de Oa. Esse ato divide opiniões entre os membros da Tropa. Independente disso, e dos esforços de Guy em ajudar seum companheiro terráqueo, o julgamento acontece.

Edição #10: John Stewart é julgado culpado e sentenciado à morte. Um dia antes da execução, Guy e alguns de seus companheiros da Tropa explodem a ciencela onde John estava preso e se inicia uma fuga frenética, apesar dos protestos de John.

Edição #11: Depois de libertar John, Guy os conduz até o centro forjas de anéis, e se indaga porque os anéis de que deveriam estar procurando por outro, ficam apenas girando em torno do mesmo lugar. Os demais da Tropa enfrentam os Alfas.

Edição #12: Em meio ao caos, o Lanterna Alfa Varix se opõem à decisão dos Alfas e ajudam Stewart e Gardner, mas à um elevado custo. Os planos dos Guardiões do Universo em ativar seu Terceiro Exército corre conforme o esperado.

Edição #0: Antes dos Novos 52, Guy Gardner tem uma relação conturbada com seu pai. Quando seu irmão mais velho, o policial Gerard é baleado, Guy não pensa duas vezes em ajudá-lo. No meio da perseguição, Guy é escolhido pelo anel para se tornar o mais novo membro da Tropa dos Lanternas Verdes.

Edição #13: Guy Gardner é eleito pelos Guardiões para liderar uma equipe de Lanternas Verdes em cuidar de uma delegação de embaixadores alienígenas. John Stewart é enviado para ajudar no processo de reconstrução de Mogo. Durante sua missão, Guy divide seu grupo e parte para a Terra, mas são surpreendidos pelo Terceiro Exército.

Edição #14: Depois de perder seus companheiros para o Terceiro Exército, Guy deixa seu pai e seus irmãos sob os cuidados da Liga da Justiça, temendo uma vingança de Xar. Kilowog e Salaak descobrem que os Guardiões estão agindo de modo suspeito.

O segundo volume da Tropa dos Lanternas Verdes lida com as consequências do ato corajoso de John Stewart e do plano dos Guardiões do Universo em acabar com a Tropa e substituí-la pelo Terceiro Exército. Muita ação e suspense em altos níveis. Leitura recomendada.


Análise de Novos Guardiões #8-12, do encadernado Green Lantern – New Guardians: Beyond Hope, com roteiro de Tony Bedard e desenhos de Tyler Kirkham, e farei breves comentários sobre as edições.

Edição #8: Depois de escapar das garras de Invictus, os lanternas são informados de que a Tropa Sinestro foi destruída. Sem acreditar nessa informação, Arkillo deixa o grupo e vai à Korugar em busca da verdade.

Edição #9: Odym, lar dos Lanternas Azuis está sendo invadida pela Expansão, raça dos “Besouros”. Kyle Rayner recebe o sinal de socorro e convoca seus “aliados” – Arkillo, Bleez, Fatalidade, Munk.

Edição #10: Santo Andarilho e seus Lanternas Azuis recebem a ajuda dos outros lanternas. Mesmo com a chegada do Lanterna Verde Kyle Rayner, capacitando os anéis azuis de seu poder máximo, o planeta Odym pode estar condenado.

Edição #11: Larfleeze é o principal suspeito e responsável pelo ataque à Odym. Os lanternas se juntam e invadem o covil do Agente Laranja, mas será que o poder combinado dos vários espectros de luz será suficiente para derrotar aquele que detém o poder de um tropa inteira? Além disso, Larfleeze é realmente o responsável pelo roubo dos anéis?

Edição #12: O mal entendido é sanado, mas antes que os lanternas possam fazer qualquer coisa, Invictus chega para se vingar do Agente Laranja. É claro que ninguém deseja ajudar Larfleeze, mas Kyle Rayner consegue convencer a todos que o melhor a fazer no momento é derrotar Invictus.

O segundo volume dos Novos Guardiões resolve as questões levantadas no início da série, principalmente a identidade do responsável pelo roubo dos anéis e a união desse grupo inusitado. Mais do que isso, peças de um quebra-cabeça maior estão sendo ajuntadas. Leitura recomendada.


Análise de Lanternas Vermelhos #8-12 e Stormwatch #9, do encadernado Red Lanterns: The Death of the Red Lanterns, com roteiro de Peter Milligan e desenhos de Miguel Sepulveda, e farei breves comentários sobre as edições.

Edição #8: Atrocitus é atacado e gravemente ferido por Abysmus, mais uma de suas criações. O restante da Tropa dos Lanternas Vermelhos retorna para casa e acha que Jack Moore, novo usuário do anel vermelho é o responsável pelo ataque.

Edição #9: Infectado por Abysmus, a Bateria Central Energética dos Lanternas Vermelhos está destruída. Bleez retorna à Ysmault com alguns lanternas renegados com o objetivo de usurpar a liderança de Atróciuts, mas encontra um planeta em extinção.

Stormwatch #9: J’onn J’onnzz, Jenny Quantum e Jack Hawksmoor são enviados à Itália e descobrem um antigo membro que já serviu aos Senhores das Sombras. Apolo e Meia-Noite são enviados para interceptar Skallox, enviado por Bleez para investigar sobre o novo lanterna Jack Moore.

Edição #10: Atraído pelo anel de Skallox, Atrócitus invade a nave do Stormwatch achando que encontrará Abysmus. Nem todo o poder de Apolo, Meia-Noite e Caçador de Marte deve ser o suficiente para deter a pura ira do líder dos Lanternas Vermelhos.

Edição #11: Atrócitus e Skallox procuram por Abysmus em vários setores mas sem sucesso. Blezz e seus aliados enfrentam as Safiras-Estrelas, acusadas de envenenarem a Bateria Energética Central dos Lanternas Vermelhos. E Rankorr está perdido, sozinho no espaço. Quando tenta encontrar seus companheiros, se depara com uma trilha de corpos de lanternas vermelhos, supostamente assassinados por Abysmus.

Edição #12: Atrócitus enfrenta Abysmus em uma feroz batalha. O futuro dos Lanternas Vermelhos ainda pode ser salvo com a semente de sangue. Em Zamaron, Bleez tem uma escolha e pode se tornar uma nova Safira-Estrela.

Edição #0: Anos atrás, no planeta Ryutt, quando os setores do espaço eram protegidos pelos Caçadores Cósmicos, que, devido a uma falha em sua criação, atacaram e destruíram o planeta, deixando um sobrevivente que perdeu tudo, menos, despertando em seu ser um sentimento de pura ira.

O segundo volume mostra os acontecimentos iniciados no arco anterior, como a guerra civil entre os Lanternas Vermelhos e a luta pela sobrevivência. Tudo sob o ponto de vista de Jack Moore, o Rankorr, novo membro da Tropa. À medida em que ele tem de decidir se luta ou cede à ira e aos poderes de seu anel. Leitura satisfatória.

Por Roger



O BATMAN É FODA POR MONTAR NUM DINO?!


Hmmm.... Nem tanto. Isso já foi extrapolado nos anos 90 com o Super Mario World, depois dele, até o Bomberman teve Dinos... E quanto o "Mamuteiro Fantásma", isso já era batido na primeira temporada do Yu-Gi-Oh!...


Quer uma coisa realmente foda? Que tal o Doutor Destino após tomar a prancha do Surfista Prateado?! Bem melhor, não? E que tal acrescentar um som?!





A ARTE DA TRITURAÇÃO (Tradução)

Integridade é uma coisa rara
Os olhos cegos da sociedade servem
A minoria predominante
Agora o que temos a fazer?
Nascemos para sermos livres
Somos incapazes de mudar o mundo
Com nossas vidas na mão de loucos

Agora no momento certo quando a sociedade precisar de nós
É onde o pecado se inicia
Nós estamos cientes de que eles irão nos libertar
O ódio de dentro dos nossos corações
Nasceu deste mundo
Que é um inferno de viver
Mas nós estaremos mais próximos do paraíso

Então agora, essa é a arte de
Triturar... a única emoção deles

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

DAQUI À 2 DIAS! (Atualizado com o trailer final)


O trabalho na vida civil é péssimo por ter que lidar com incompetentes gananciosos? Afundando numa leitura compulsiva do Quarteto para escrever um texto que não se encaixa com um ultrafoda mega post? Sem inspiração pro xadrez? Sem tempo pra responder os amigos no g+? Escrevendo qualquer porcaria pra não deixar o blog parado? Bem, todos esses problemas acabaram! Já que daqui há 48 horas liberam Defensores na Netflix, e vou parar tudo pra assistir. E vindo de mim, um cara que assiste não mais que três séries por ano, é uma conquista; Fiquem com esse vídeo de quase 3 minutos comentado pelos atores acerca de seus trabalhos:



Embora ainda acho esse uniforme do Demolidor um pouco estranho, mesmo estando mais que justificável nas temporadas da série:

GTA: Defender Mode.


Quando teremos isso?! 


<ATUALIZAÇÃO -- O TRAILER FINAL:>




domingo, 13 de agosto de 2017

O MELHOR PAI DOS QUADRINHOS


Particularmente, nunca tive um pai (embora a vida me tenha me proporcionado alguns de criação), mas os gibis sempre me foram como uma uma família, e nesse incluso. Em vez de listar vários melhores pais dos quadrinhos, gostaria de listar aqui abaixo o melhor de todos para mim: O TIO BEN. Não desmerecendo a origem do Aranha na Amazing Fantasy, no universo ultimate, tivemos uma explanação maior do universo do Parker antes da picada da Aranha, e um vislumbre ainda maior do velho Ben. "Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades" talvez seja a maior e mais atemporal frase que qualquer pai possa dizer a um filho, ousaria dizer que a síntese de como se levar uma vida limpa e honrada resumida em seis palavras. Batman, Super-Homem, Mulher-Maravilha (aqui a mãe fazendo ambos papeis) também tiveram grandes predecessores, há até os que com a ausência, como Hulk ou Justiceiro, que tornou mais duros, porém ambiciosos e serem pais melhores que os que tiveram. Os deixo com alguns trechos do Tio Ben em ação, e para os que tem o velho vivo, se lembrem, claro, que "dia dos pais" é todo dia. E vou ali pro QF...



"Saia dessa, você consegue."