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terça-feira, 30 de junho de 2015

Impossible is my ass... ESPECIAL HELLBOY!!!


O ator Ron Perlman compartilhou essa foto nas redes sociais com uma legenda misteriosa...

"Espreitando...

Esperando...

E então puf...

Mais um numeral romano depois do nome...

Como se fosse mágica..."

Faz quase um ano desde a Comic-Con do ano passado em San Diego, quando Perlman começou a pedir aos fãs que eles se manifestassem a favor de uma última parte para a trilogia cinematográfica. Será que esse post pode significar um avanço notável no processo...? E você...? Não concorda que já é hora de um especial sobre o HELLBOY?










ESPECIAL HELLBOY!

Vamos discutir porque o movimento para convencer o estúdio a investir em um terceiro filme do Menino do Inferno é motivo para celebração!

VAI TER HELLBOY SIM!




Agosto de 1993

"O expressionismo alemão encontra Jack Kirby"
Alan Moore

Criação de Mike Mignola, o inédito anti-herói é apresentado na San Diego Comic-Con. Publicado pela Dark Horse, o monstro se tornaria a obra-prima de Mignola, já consagrado no mundo dos quadrinhos pelos seus excelentes trabalhos como "Batman: Santuário", "Dr. Estranho & Dr. Destino: Triunfo e Tormento" e "Odisseia Cósmica".








1995

"Hellboy restaura minha fé no prazer dos quadrinhos"
Clive Barker

Hellboy deixa seu criador orgulhoso lhe conferindo conquistas como os prêmios Eisner, Eagle e Harvey; logo na sua primeira série: Sementes da Destruição. Isso viria a se repetir... bastante... por anos. He he he...








Abril de 2004

"Hellboy destila o que há de melhor nos quadrinhos, como se fosse o mais refinado vinho tinto. Hellboy é o passaporte para um recanto no paraíso dos gibis, de onde você pode nunca mais querer sair."
Alan Moore

Estreia a adaptação cinematográfica de Hellboy. O diretor é o mexicano Guillermo del Toro, que optou por ao invés de fazer o protagonista em CG, investir pesado na maquiagem do ator Ron Perlman, que viveu o personagem magistralmente. Além de manter o tom gótico e vitoriano das HQs, o filme mostra uma sensibilidade e profundidade emocional maior; com Perlman e del Toro usando muitas de suas próprias ideias sobre o personagem. A bilheteria não foi muito boa, fazendo com que a sequência de 2008 (O Exército Dourado) só emergisse por causa do grande impacto que o diretor conseguiu com "O Labirinto do Fauno".








Julho de 2008

"Eu acho que o primeiro filme conseguiu bancar seu orçamento e fazer um pouco de lucro, mas foi muito bem quando foi lançado em DVD. A história se repetiu com o segundo. Infelizmente, do ponto de vista dos negócios, todos os estúdios veem Hellboy 3 como um projeto perigoso."
Guillermo del Toro

Nesse filme del Toro aposta em uma trama nova desenvolvendo bem o relacionamento entre Hellboy e Liz; também introduzindo o Príncipe Nuada junto a seu Exército Dourado. No final o detetive paranormal e seus principais companheiros se demitem do B.R.P.D. e o futuro guarda além do Apocalipse... dois filhos do Vermelho com Elizabeth Sherman.








Julho de 2014

"del Toro não vai viver o bastante pra fazer um décimo dos filmes que planeja."
Mike Mignola

Provavelmente inspirado pelo sucesso dos diretores de Deadpool, que conseguiram por meio de campanhas na Internet convencer os investidores da Fox a dar sinal verde para um filme do Mercenário Tagarela; Ron Perlman agitou o público da San Diego Comic-Con 2014 para pedirem Hellboy 3 no painel da Legendary Pictures. Realmente houve um coro e quando o diretor del Toro subiu ao palco e perguntou

"Hellboy 3...?"


A multidão foi a loucura, com direito a Thomas Tull, o presidente da Legendary Picutres, comparecer dizendo que entendeu o recado e após "O Círculo de Fogo 2" ele e del Toro conversariam. Depois disso o otimismo não se manteve por muito tempo. De lá pra cá o ator Ron Perlman (já com 65 anos) tem feito questão de falar em cada entrevista sobre seu desejo de fazer o filme e como precisa dos fãs os apoiando via Facebook e Twitter, se manifestando para ajudá-los a convencer os investidores que o projeto vale a pena.

Se o Stan Lee tá participando, você também já devia tá junto!

Apesar deles terem conseguido com o Deadpool, e o Mark Millar provavelmente conseguirá com a Hit-Girl, há um probleminha com o Hellboy. Primeiro que apesar das pessoas o reconhecerem, não dá pra dizer que todo mundo gosta do filme do Hellboy. Se você sair perguntando tá cheio de gente que achou uma porcaria, tanto o 1 quanto o 2, tanto faz. Então o retorno é ainda mais arriscado, principalmente se tratando de uma terceira e última parte. O bom é que por já quase um ano Perlman não tem parado de tentar, pois como ele mesmo já disse, não está ficando mais novo. E apesar disso ser triste, o game designer Hideo Kojima saiu da Konami, levando uns dos infinitos projetos de del Toro, "Silent Hills", a ser cancelado. Isso supostamente deve ter deixado a agenda do cineasta com um largo espaço em branco...

Agora vamos lá...










O primeiro filme já foi uma vitória!

"A ideia era fazer ele finalmente aceitar seu destino inevitável, que é se tornar a besta do Apocalipse. Ele terá de enfrentar o que está em sua natureza para, ironicamente, conseguir derrotar o inimigo que ele teria no terceiro filme. Ele tem que se tornar a besta do Apocalipse para ser capaz de defender a humanidade, mas, ao mesmo tempo, ele se torna um ser muito mais sombrio. Seria um fim muito interessante para a série, mas não acho que vá acontecer."
Guillermo del Toro

Vamos trabalhar aqui com contextualização. Hoje, julho de 2015, nós já estamos acostumados e familiarizados com o filme do Hellboy. Não é estranho pra nós. Agora voltando ao ponto que eu demarquei acima, abril de 2004, ainda não havia sequer a febre das adaptações de HQ. Quem tinha visto a luz do dia eram as adaptações do Homem-Aranha, dos X-Men, do Blade e do Demolidor. Batman Begins ainda estava sendo produzido... Ainda nem tinha lançado. Agora imagine que simples fazer um filme de ação no meio mainstream no qual o protagonista é um diabo que raspa os próprios chifres e enfrenta uma gangue de neonazistas liderados por Rasputin, o antigo conselheiro da família real russa?


Gente, a imagem do demônio por si só é muito forte. Veja como pessoas e a mídia julgam bandas de rock como Iron Maiden e Ozzy Osbourne quando simplesmente usam o Diabo como metáfora ou símbolo para entender o radicalismo da situação. Mas eles conseguiram. Fizeram um longo filme sobre um dos personagens mais interessantes da contemporaneidade, um anti-herói extremamente trágico que tem como codinomes Destruidor do Mundo, Grande Fera, Fera do Apocalipse, Braço Direito do Destino, e daí em diante.

"Eu acho que essa deve ser a maldição da sua vida. Que coisas más aconteçam, devido às suas boas ações."
Desde sua origem ele é um personagem muito forte poeticamente. É um anti-cristo que sendo criado por um homem bom escolhe lutar contra o que desejam que ele faça, tomando sua própria escolha de fazer o bem, chegando à icônica cena em que arranca os próprios chifres, maiores provas de sua natureza maligna.

"Há algo mais ali. Eu vejo o brilho de... algo nele. Algo bom."
Estamos na plena época em que os filmes de super-heróis decolaram e temos uma briguinha entre Marvel/Disney, Warner/DC e Fox/Sony/ninguém liga pros outros. Isso já revelou uma desanimadora padronização com os personagens da Marvel, com muitos outros antigos sendo rebootados. O Hellboy vem de 2004, essa época antiga. Está na natureza dele ser um personagem corajoso. Tudo que o compila segue essa característica. É um diabo que quer ser bom! Esse é o Hellboy! Um personagem que luta contra sua natureza por algo que ama e acredita... E SOCANDO NAZISTAS! Ele é diferenciado, não virá mais ninguém com a visão de del Toro conseguir trabalhar tão bem com ele novamente. O que dizer então do ator Ron Perlman??? O que quero dizer é que seja lá o que eles imaginam pra um desfecho, jamais será substituível. Toda essa dificuldade e perseverança para alcançar um terceiro filme apenas concordará com a própria história do personagem, se, como bem esperamos, ele se realizar. VAI TER HELLBOY SIM! E SERÁ ÉPICO COMO SÓ ELE PODE SER!


































domingo, 28 de junho de 2015

Cocô - Rogério Skylab



- Como foi que você pegou herpes?
-Ah! Foi com a minha primeira namorada...
Não sei, eu beijava ela, sentia uma coisa esquisita na boca dela.
-Você fica com raiva por causa disso?
-Ah, a gente fica, né? De vez em quando nasce uma ferida horrível na boca da gente.
-Quais são os seus planos para o futuro?
-Ah! Do futuro, só Deus sabe...
-Paga um boquete?
-Eu, hein? Quê isso!?
-É rapidinho.
- Não, não. Não posso. Tenho que dormir, amanhã acordo cedo.
-Você trabalha aonde, porra!!!???
-Sou produtor cultural!
-Produtor cultural? Não fode!
-Mas aqui mesmo?
- Não fode!
- Só se for ali, atrás da igreja.
- Não fode!
- Bota fogo e depois foge, é?
-Não fode!
-Não fode é o caralho!!!!

Uá, Uá, Uá, Uá, Uá, Uá
Você me faz sorrir, me faz delirar
Uá, Uá, Uá, Uá, Uá, Uá
Se eu pudesse, te daria o céu e o mar.
Com vocêêêêêêêê...
Eu como até...
Seu co-cô!!!

Rock Nacional dos Anos 80 - O Lado Escuro da Lua

O Rock Nacional dos Anos 80 foi um capítulo à parte nessa década de descobertas, transição, diversão e muita diversidade. Nomes como Legião Urbana, RPM, Titãs, Blitz, Engenheiros do Hawaii, Ultraje à Rigor, Kid Abelha, Barão Vermelho, Lobão e Paralamas do Sucesso são sinônimos desse capítulo sensacional. Há outras bandas que são quase que imediatamente lembrados como Capital Inicial, Camisa de Vênus, Rádio Taxi, Biquíni Cavadão, Ira!, Nenhum de Nós, Léo Jaime, Kiko Zambianchi e Plebe Rude. Há quem até mesmo mencione Uns e Outros, Zero, Dr. Silvana, Heróis da Resistência, Metrô e Tokyo.
Ainda assim, gostaria de compartilhar mais cinco bandas que faziam parte do chamado “underground” do Rock Nacional dos Anos 80, e que contribuíram de forma muito positiva para esse vasto e rico tesouro da música pop brasileira.


segunda-feira, 22 de junho de 2015

7 levantamentos pertinentes quanto ao remake de Final Fantasy VII


"Há muito tempo atrás, olhamos para um céu que trazia um mau presságio. A memória da estrela que ameaçou a todos queimará eternamente nos nossos corações. E o seu rastro deixou uma era de silêncio. Ainda com saudade e lembranças, nós sabíamos que mesmo distantes, nós não esqueceríamos deles. Que algum dia os veríamos novamente. Talvez não passasse de um pensamento esperançoso. Mas depois de uma longa calmaria, há agora o início de uma agitação. A reunião a frente pode trazer alegria, pode trazer medo. Mas vamos abraçar o que quer que ela traga. Porque eles estão voltando. Finalmente... a promessa foi cumprida."

Está um hype tremendo após a confirmação do remake de Final Fantasy VII para PlayStation 4. Por 18 anos um mínimo grunhido que soasse como algo similar a "meike séti" já fazia muitas pessoas que se tornaram fãs do clássico terem orgasmos em convulsões perigosíssimas com a possibilidade do lendário remake. E digo lendário mesmo, porque quando saiu o PlayStation 3 a Square recriou a entrada do game com novos gráficos para mostrar o potencial do novo console e meio-mundo já ficou doidão pesquisando no Google se afinal eles estavam ou não cozinhando o tal secretamente. Anos se passaram; Half-Life 3 não lançou, Kingdom Hearts III não lançou, Resident Evil ficou uma merda; e só agora na E3 2015 o game se mostrou uma realidade.


Quando se trata de clássicos tudo fica intocável, mas acho que tem algo que precisa ser escrito. Final Fantasy VII tem...

MUITA COISA RIDÍCULA! 

O game era extremamente descontraído com muitas coisas que não vão colar de forma alguma hoje em dia e é disso que se tratará o meu post: o que deve mudar? Esse game é uma obra de arte, ele foi um divisor de mares; é compreensível quererem que ele seja respeitado já que seu legado não para de repercutir, ele é inegavelmente o título mais popular da famosa franquia. Portanto não é fácil enfiar as mãos nas feridas de sua pele com pouquíssimos polígonos. Creio que o homem certo pra esse trabalho seja... Eu! Douglas Joker! Então vamos lá fazer um post polêmico pra carai.

Tifa Lockheart, uma personagem polêmica

O que Nomura já falou


A minha ideia não é só causar polêmica, vamos discutir tudo direitinho. Portanto vale a pena transcrever o que o designer Tetsuya Nomura já falou em entrevista quanto ao porque de terem decidido começar a produzir o game AGORA! Depois de 18 anos...

"Na verdade, tínhamos planos para um remake em várias ocasiões. Até agora foi um ciclo de planos indo e vindo, mas dessa vez finalmente decidimos fazer para valer. (...) Uma das principais razões foi o timing da equipe de desenvolvedores e como tudo funcionou em nosso favor."

Outro fator foi que a empresa Square-Enix possui vários jogos que serão lançados para o PlayStation 4, então o anúncio do remake de Final Fantasy VII com certeza deve aumentar as vendas do console e consequentemente, de seus outros jogos. Porém, Nomura também não deixou de falar que a idade dos envolvidos foi um fator importante!

"De toda a equipe que trabalhou no Final Fantasy VII original e dentre aqueles que estão no remake, eu sou o mais jovem, e tenho 45 anos. Se continuássemos adiando o remake, Kitase e Nojima são bem mais velhos que eu... então... é. Com esse timing e oportunidade em mente, decidimos finalmente fazê-lo."

Ou seja, aparentemente, tá tudo encaixado e rodando conforme o esperado. Vamos então discutir o duelo entre o inovador e o saudosista (leia isso enquanto ouve um pouco de heavy metal clássico, foi o que eu fiz para escrever tudo).




I-Jogabilidade e sistema de combate


É por isso que eu já tenho certeza absoluta de que esse remake não vai agradar todo mundo. Aquela jogabilidade era travada e limitada. Milhões podem ter pirado enfrentando Sephiroth, Jenova e os Turks, mas todos o fizeram de forma travada e limitada. Não há dúvida de que muitos erguerão os braços para cima afirmando que o sistema de combate deve ser o mesmo, mas convenhamos? Com esses gráficos de computação gráfica? Ficaria horrível. Por sorte posso me salvar dessa argumentação pois o próprio Nomura já tocou logo nesse tema:

"Muitas vezes ouço fãs falando que gráficos melhores seriam o suficiente, mas se é isso que vocês querem, o port de FFVII para PS4 que anunciamos ano passado seria 'o game um pouco mais bonito' e com o remake teríamos 'o mais bonito ainda'. Se fosse apenas isso, não teria motivo para um remake. Tenho certeza que alguns de vocês têm receios quanto a isso, mas se tem uma coisa que posso dizer é que não será entediante e gostaríamos que vocês esperassem para ver como ficará."

Desde quando foi lançada a animação "Advent Children" em CG, o jogo original passou a me parecer meio fraco com a capacidade de criação de coreografias de combate que a Square possui. Levando em conta que em Final Fantasy XV eles pretendem reproduzir essas cenas (mas com você mantendo o controle) não vejo razão de manter o sistema de turnos. Vale lembrar que alguns dos RPGs mais populares da atualidade como Elder Scrolls, Fallout, Witcher e Dark Souls já não possuem mais combates de turno, e não é por isso que deixam de ser excelentes exemplos do gênero.


II-Se! Se! Se! Se???


A trilha sonora do trailer já foi mais agradável que as musiquinhas do jogo, então preciso nem falar que vão dar uma vitaminada em tudo e sem dúvida manter as clássicas, como "One Winged-Angel", "Those Chosen By The Planet" e tantas outras, mas as músicas enquanto você luta e viaja pelo cenário devem ser completamente revolucionadas.


III- A PORRA da história!


Já falamos das mecânicas de jogabilidade, então vamos logo pro outro ponto mais polêmico: o enredo. O impecável enredo de Final Fantasy VII.

Ele vai mudar.

Lidemos com isso.

"Eu me lembro de tudo. O calor do fogo... a dor no meu corpo... e no meu coração!"
Mas por que? Primeiro que, se aproximando do final fica claro que os últimos atos foram feitos de forma apressada, não vai custar muito pra desenvolverem algo mais grandioso. Segundo, esse jogo saiu em 97 e foi nosso primeiro contato com o mundo de Gaia. Depois disso houve:

Crisis Core: game de PSP mostrando a aventura de Zack Fair que precede o início do game.
Dirge of Cerberus: Posterior ao original e protagonizado por Vincent Valentine, o que tornou o personagem secundário ainda mais popular do que já era. Sem dúvida terá mais atenção. Quem sabe nem seja mais um ajudante secreto/opcional.
Advent Children: Animação em CG posterior à estória do game.

Na época nada disso existia... Como agora existe, eles sem dúvida vão fazer ligações mais fortes com essas muito competentes expansões da mitologia.

IV-Gold Saucer a.k.a. Inferno


Era um local importante, todo mundo que jogou lembra. No parque temático conhecia-se o bizarro personagem Cait Sith e rolavam várias discussões pertinentes a trama, como todos os personagens serem presos e o passado do Barret. Tudo isso deve ser mantido, mas seria um crime manter aqueles minigames grotescos e insuportáveis. Para fazer qualquer coisa lá dentro você tinha que pegar dinheiro do local sendo obrigado a usar seus aparelhos de... "diversão". Eles sem dúvida nos apresentarão uma jogabilidade mais moderna, como Nomura já deixou implícito, então agora devem mostrar um entretenimento mais decente na bendita Gold Saucer.

V-A antológica guerra de tapas


Antigamente piadinhas bobas com estereótipos eram divertidas, mas não duvido nada que hoje em dia as moralistas radicais iam cair matando se na hora da luta entre Tifa e Scarlet as duas saíssem no tapa na cara; mesmo a Tifa descendo as artes marciais em todo mundo o jogo inteiro. Esses momentos bobinhos eram característicos e marcaram os fãs, fica a dúvida se os produtores os valorizarão como tais, ou optarão por excluí-los mesmo para uma experiência 100% mais séria.


Tal levantamento é mais pertinente ainda com as duas próximas colocações...

VI-Eu sou um cachorro, marujo!


Quando toda a trupe se infiltra no navio da Shinra, eles se disfarçam de funcionários. Como faz Red XIII? O mais exótico do grupo (leia-se cachorro vermelho tatuado com moicano). Bem, ele também se disfarça de soldado! Um soldado com patas e... um rabo e... um focinho e... se movimentando de um jeito bem esquisito. Só vendo mesmo...

"Estou meio atrapalhado, mas não devo ser pego."

VII-Srta. Cláudia!


A pergunta que não quer calar.

Cloud vai se vestir de novo como mulher agora com gráficos hiper-realistas em HD???

O herói não só se vestia de menina! Ele ia junto com a Aerith para uma competição de conquistar homens em um bordelzinho sem-vergonha!

SANTA PUTARIA!

Tenho nem o que falar.

Flw.

"Cloud, por que você não se veste como uma garota? É a única maneira."

ATENÇÃO!


Por mais que as pessoas estejam chorando e se retorcendo por causa da confirmação do remake do Final Fantasy VII; alguns até mesmo por Nomura ter afirmado interesse em fazer o mesmo pelo V e o VI, também me sinto na obrigação de lembrá-los que... ele é o Nomura. É. É o Nomura. Ele é o Tetsuya Nomura, um dos principais responsáveis por "Final Fantasy XV" e "Kingdom Hearts III", dois games que são grandiosamente aguardados há... 10 anos. Então segura ae pessoal, vamo dar uma maneirada.

É pro nosso próprio bem.

Mas também não adianta fingir que não vamos tocar nesse assunto de novo...

sábado, 20 de junho de 2015

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain na E3 2015




"Metal Gear Solid V: The Phantom Pain" lança dia 1 de setembro para plataformas e PC, sendo provavelmente o último capítulo da franquia que já existe há mais de 25 anos, quando Solid Snake tinha que invadir a base militar Outer Haven no PSX. Por que último capítulo? Afinal, é uma série cujas aventuras já foram jogadas por um arco histórico de 50 anos (1964-2014), há facilmente outros espaços que poderiam render novos jogos. Sim, mas acontece que o mercado de videogames está passando pela sua metamorfose mais estranha e preocupante até o momento, onde a ascensão de games e aplicativos menores para iPads e celulares tem feito a produção de grandes games como Metal Gear ser desvalorizada, chegando ao ponto crítico que o seu criador (um dos game designers mais aclamado de todos os tempos) Hideo Kojima foi demitido da Konami. Como ele roteirizou, dirigiu e produziu isso desde seu primórdio no MSX, podemos considerar Phantom Pain um último capítulo, pelo ponto de vista fundamental, ao menos. O novo trailer (dirigido pelo próprio Kojima) é único como os outros e discute questões interessantes além de deixar mais palhinhas do que deve rolar na trama.


"METAL GEAR" é o nome da arma nuclear a qual o enredo dos jogos costuma se passar ao redor. "PHANTOM PAIN" é como chamam a sensação de coceira e incômodo que muitas pessoas que perderam uma parte do corpo sentem enquanto dormem, como se ainda pudessem sentir o pedaço que perderam, a "DOR FANTASMA". A trama dos games costuma discutir uma infinidade de coisas, e como podemos ver pelas feridas explícitas no trailer do jogo, uma delas é o drama da vitimização dos soldados que lutam no campo de batalha.




Não é uma nação que nós habitamos, mas uma linguagem.
Não se engane; nossa língua nativa é nossa verdadeira terra-mãe.
- Emil Cloran, filósofo romeno

"Eu nasci em um pequeno vilarejo.
Ainda era uma criança quando fomos invadidos por soldados, soldados estrangeiros.
Arrancado dos meus ancestrais, eu fui obrigado a falar a língua deles.
A cada novo posto meus mestres mudavam, junto com as palavras que eles me faziam falar.
Com cada mudança, eu mudei também.
Meus pensamentos, personalidade, como eu via certo e errado.

Palavras... podem... matar."

"De tempos em tempos o país foi dominado por uma língua estrangeira.
Quando era um jovem garoto, ele perdeu a sua língua nativa. O berço para qualquer criança em desenvolvimento. O seu país, sua família, seu rosto, sua família; tudo foi roubado dele."


"Desde a Antiguidade, os governantes de todas as civilizações tiveram a mesma ideia. Quando as pessoas se unem, com uma força de vontade, se tornam mais fortes do que suas partes separadas. E o que se resume a unir as pessoas? Linguagem."

"Esse mundo se tornará um. Eu encontrei uma forma. Raça, afiliações, fronteiras nacionais; mesmo os nossos rostos se tornarão irrelevantes. O mundo que The Boss visualizou finalmente se tornará uma realidade e tornará a Humanidade uma novamente."

"América é um país de liberdade. Uma reunião de imigrantes. Ao invés de se igualarem, seus cidadãos vivem lado a lado com os outros. Então o major procurou um sistema que use informações. Palavras... para controlar o subconsciente."

"Nos olhos dele, o maior parasita simbiótico que o mundo já conheceu não foram micróbios, mas linguagem. Palavras são o que mantém a civilização... o nosso mundo... vivo. Liberte o mundo, não tomando a vida de homens... mas tomando suas línguas."

"Com isso, eu livrarei o mundo de infestação. 'Sans lingua franca' (sem língua franca). O mundo será despedaçado, e então... será livre."





"Les Enfants Terrible (as crianças terríveis). 


Foi como Zero chamou."



sexta-feira, 19 de junho de 2015

05 TÍTULOS QUE DEVERIAM EXISTIR MENSALMENTE NAS BANCAS!



“Hoje em dia eu não compro mais nada atual, só mesmo encadernados de materiais antigos”, vai, não vai, essa frase é dita em alguma discussão sobre quadrinhos. É nítido o descontentamento de boa parte dos fãs veteranos, seja por não ter dado mais chance para personagens que cresceu lendo, ou mesmo por tentado e se decepcionado com essa chance que deu. Quadrinhos como qualquer outra coisa, são um negócio, um comercio, e por mais que me doa admitir isso, é economicamente (leia-se multiplicação de lucros) viável que os quadrinhos sejam nada mais que uma ferramenta para se obter mais dinheiro, logo isso se traduz em aquele editor de décadas passadas que trabalhava por dinheiro e prazer no que fazia, deu local ao editor que não se importa mais com os personagens, que se faça o que quiser com eles, contanto que venda. Tudo vai ficando mais frio e automático, até mesmo a sessão de cartas que era a alegria dos leitores deu lugar a discussões acaloradas na internet, que só gera mais marketing. É o famoso “fale mal de mim, mas fale de mim”. Hoje mesmo eu estava agora pouco lendo umas quinze pessoas discutindo entre si sobre o novo uniforme da Mulher-Maravilha, ou seja, o quadrinho mal estreou, uma porrada de gente xinga a escolha, mas o material vai vender ainda mais, já que muita gente curiosa vai querer conferir, se brincar, até eu. Eu nem sou tão velho e já reconheço que a magia se pegar uma extinta Wizard na banca para ver algumas dicas e entrevistas sobre o que poderíamos esperar nas histórias... Se foi. 
Apesar do público em sua maior força intelectual que acompanha quadrinhos ter se diluído bastante nos últimos dez anos, e não serem necessariamente o alvo das editoras, ainda existem aquelas jogadas que nos vibramos quando determinada equipe criativa se junta, saímos da “mesmice” e procuramos ler aquilo. Afinal é questão de referencial, se você lê trabalhos simetricamente sintonizados como Watchmen do Moore e Gibson ou Hellblazer do Ennis / Dillon, logo você vai se referenciar naquilo e pegar aquele material. Eu fiz uma lista com alguns dos melhores profissionais (para mim) dos últimos anos, tanto em roteiro, quanto em arte, que eu não piscaria em colecionar esses imaginados materiais. Alguns da lista já trabalharam juntos e outros poderiam ser ótimas combinações.


1.  Wolverine – Jason Aaron e Steven McNiven


Essa foi a mais fácil de escolher, e realmente eu não entendo o quanto não pode ser lógico para a Marvel colocar esses dois juntos. Não li toda a fase do Wolverine que Aaron fez, mas é fato que ele é um dos melhores escritores que já trabalhou com o Wolverine. Ele simplesmente tira Logan de todas as histórias açucaradas que ele estava tendo e faz o personagem voltar à essência de guerreiro solitário e indomável. Enquanto McNiven, é sem dúvida, o melhor ilustrador do Wolverine para mim, sua arte em Velho Logan é sem dúvida o ponto mais alto em toda a revista. Como eu já disse anteriormente, deviam ter dado um trabalho digno a ele ao invés de desperdiçá-lo na Morte do Wolverine.

2.  Capitão-América – Mark Millar e Bryan Hitch


Supremos I, II e Quarteto Fantástico (embora esse não tenha sido todo desenhado pelo Hitch). Supremos sem dúvida é considerado o ápice criativo de ambos, mas se teve algo que eu notei neles foi a capacidade que tiveram em tornar o Capitão-América um dos melhores personagens do século XXI. E Hitch nasceu para desenhar o Capitão, tal qual McNiven para Wolverine, é aquele tipo de fenômeno que o desenhista consegue ter um empenho ainda maior quando trabalha com tal personagem. Esse sonho dos dois juntos aqui é um dos mais difíceis, visto que Mark Millar não leva mais nada a sério nos roteiros, e Hitch está na DC lançando uma Ligaque ele escreve e desenha.

3.  Super-Homem – Mark Waid e Frank Quitely

 

Pelo que meu ex-parceiro disse nesse post, aparentemente Waid teve bastante frustração com a DC, de fato eu só vi matérias dele sendo lançado pela Marvel ou Image, enquanto Frank Quitely dá (opa) ultima vez que eu tive notícia, estava fazendo uma versão de Watchmen com Grant Morrison, só que dessa vez com os personagens da extinta Charlton Comics. Mas é outra associação bastante lógica, junte o cara que escreveu Reino doAmanhã com o brilhante cara que desenhou Super-Homem Grandes Astros em uma mensal. Todos os coroas magoados com a DC fariam as pazes com ela e voltariam a colecionar as atuais.

4.  Hulk – Brian Azzarello e Mike Deodato Jr


O único trabalho do Brian com o Hulk foi “Banner”, e não foi apenas mais um trabalho, foi “o trabalho”, em cem páginas nós somos envolvidos em um conto sobre luta interna que afeta todo o mundo. E Brian não é do tipo que só sabe escrever bem em algo fechado, ele é um raro escritor que consegue escrever mensais com padrão de Grafic Novels. Agora junte ele com o nosso BR Mike Deodato Jr, reconhecidamente um dos melhores ilustradores do Hulk. Seria estabelecido um padrão de qualidade que meteria muito medo em quem continuasse o título depois deles.

5.  Liga da Justiça – Brian M. Bendis e Stuart Immonen



Brian M. Bendis deve dormir com uma camisa da Marvel, porque de fato ele é um tipo de profissional que eu no lugar da Marvel o manteria sempre. Sua “fidelidade partidária” fez com que ele fizesse de tudo um pouco com o universo, desde moldar o universo Ultimate, trazer o Vingadores de volta para a linha de frente, aumentar a qualidade do Demolidor e por ai vai. Marvel não seria isso tudo sem o Bendis, dizem que o equivalente dele na DC é o Geoff Johns, sendo assim, nessa infelizmente a DC perde ao meu ver. Já Immonen é um artista ágil e competente, já trabalhou com Bendis em várias vezes, em especial New Avengers. A DC contratando esses dois caras e colocando no título da Liga seria a virada de mesa. Uma manobra dessa iria tirar mais tudo das costas do Batman que tem excesso de títulos nas bancas e pluralizaria a preferência dos leitores. Por que? Bendis fez exatamente isso na Marvel, de todas as jogadas, essa seria a que de fato colocaria a DC como número 1.

E vocês? Quais equipes escalariam? Gostaria de abrir aqui a possibilidade de quem se interessar fazer uma parte 2, 3 e quantas quiserem desse post, ou de qualquer outro que tenha aqui com lista no blog.


Força e honra. 

30 regras de etiqueta de antigos livros vitorianos

Rainha Victoria, seu marido Albert e seus filhos. Esta era a Era Vitoriana.

Já parou pra pensar que no passado tudo era diferente, inclusive a etiqueta? Alguns livros antigos revelam que as coisas eram bem mais rígidas do que parecem, principalmente na era Vitoriana, da qual eu sou fascinada. Ainda hoje a etiqueta não só é necessária para o bom convívio em sociedade, mas também para a plena satisfação com si próprio.

Separei aqui algumas regras interessantes e outra totalmente sem noção de uma era em que tudo deveria ser correto e decente, sem esquecer de ser pudica também. Mas antes vamos entender o que era a educação naquela época, já que livros de romances e filmes nos mostram muito pouco. O trecho a seguir foi retirado do livro “The Ladies' Book of Etiquette” (O livro de etiqueta para damas) escrito por Florence Hartley em 1860.
.
Educação não é hipocrisia, frieza no coração ou indelicadeza disfarçada. Tem pessoas que sorriem para suas vítimas e falam bem enquanto as machucam, enganam ou traem. E tomam o crédito para si mesmos, já que tudo foi feito com cortesia; cada tom, olhar e ação está em perfeita consonância com as regras da boa educação. (...) Falsas cortesias como estas perecem sempre!

Educação não é subserviência. Se fosse, um servo russo seria um modelo de educação. É bem possível que as pessoas sejam subservientes e aduladoras sem se ter um único átomo de educação e acontece que homens com uma tenaz autonomia de caráter são essencialmente educados em todas as suas palavras, ações e sentimentos. (...)

A verdadeira educação, na minha concepção, é a gentileza e a cortesia de sentimentos exercitados todos os dias. Isto compreende a boa vontade para com todos, de um completo e constante bom humor, um comportamento fácil e conduta benevolente. Cada pessoa que cultiva estes sentimentos e não toma cuidados em ocultá-los, irá necessariamente ser educada, mesmo que não saiba disso, enquanto que por outro lado, uma mulher essencialmente rabugenta e egoísta, seja qual forem suas pretensões, estará bem longe da verdadeira educação.

Com uma descrição tão genuína, só nos resta mostrar algumas dessas regras tão importantes da época e talvez possamos entender como elas conseguiram moldar a nossa sociedade. Vamos a elas:

1. Não fale em voz alta em um vagão de trem para que os seus companheiros de viagem possam ler seus livros ou jornais.


2. Não fale de óperas na presença daqueles que não as frequentam.

3. Não responda a comentários feitos a você com meros monossílabos. Isso é arrepiante, se não bastante ofensivo. Sempre tenha algo para dizer e o faça.

4. Sempre escolha bem as palavras para que as pessoas possam entender exatamente o que você está querendo dizer.

5. Não fale em voz alta, estridente e evite tons nasais. Cultive uma voz de peito. Aprenda a moderar o seu tom. Converse sempre num tom baixo, mas não muito baixo.


6. Evite qualquer ar de mistério ao falar com aqueles próximos a você. É falta de educação e de muito mau gosto.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Historieta de Quinta do El Fanzine #02


Já tiveram outras aqui, mas a contagem oficial aqui é essa. Para ler a anterior é só clicar aqui. O link do blog deles de onde a postagem foi tirada é esse aqui. Esse Dr. Braulio ta perigoso mesmo haw haw haw. Os caras já tão na publicação 80 enquanto eu tô em 2, tô parecendo a Panini Comics--

LUTAS QUE ENTRAM PARA A MEMÓRIA DOS LEITORES: HULK V.S THOR




Roteiro: Jim Shooter
Desenhos: Erick Larsen

“O discurso de um selvagem não perturba um deus.”

Algo que quase nunca cansa, mexe com o imaginário dos leitores há décadas e sempre causa discussões do tipo “quem é o mais forte”. Só que aqui eu trago uma história que eu li em formatinho da Abril, pelas letras miúdas diz ser de 86 e mostra um confronto de macho mesmo entre o monstro e o deus, com consequências de batalhas que rivalizam com as do filme Homem de Aço.

Talvez esse confronto tenha uma grande história da criação envolvida, que infelizmente desconheço, posso supor que tenha sido elaborada como serviço aos fãs de quadrinhos. Vale ressaltar que aqui temos o nosso Hulk clássico “irracional” que almeja ser o mais forte que existe, contra o Thor clássico, que fala em terceira pessoa e possui uma luta interior entre sua nobreza de deus, e seu orgulho de guerreiro. Thor está passando por um sentimento de falta de desafio quando por ironia do destino (não o Victor Von Doom dessa vez) um policial diz que ele quer ação, que vá atrás do Hulk que está em determinado ponto da cidade, obviamente, depois de lá ter destruído alguma parte. Thor fica contente com o desafio e vai para a batalha com a vontade de “desempatar” o placar deles.


Ao começar o confronto, a fúria do Hulk encontra um páreo duro contra mjornir, que é usado de maneira magistral por Thor em golpes que atingem preferencialmente o queixo ou a nuca. Apesar de ser desenhado por Eric Larsen, visualmente não se parece com algo desenhado por ele, já que esse artista é conhecido mais por visuais caricatos, e aqui temos figuras mais realistas a estilo de John Byrne e Sal Buscema.

Hulk percebe a desvantagem que as marretadas trazem para ele e chama Thor para uma luta justa sem marreta, Thor recusa e Hulk faz uma refém.

Acuado, Thor joga Mjornir a uma longa distancia, para que demore a retornar a sua mão, tendo que enfrentar o gigante esmeralda desarmado. O que temos a seguir é um combate de fazer inveja a muitos filmes extremamente caros de Hollywood, só que diferente de alguns filmes que nós vemos, aqui é mostrado parte do pânico que as pessoas sofreriam ao ver dos titãs como eles colidindo-se no coração da cidade. Prédios caem, carros são destruídos, praças são desestruturadas, a destruição chega ao ponto de Thor repensar sua ação de lutar com o Hulk e simplesmente fugir para que inocentes não começassem a ser feridos, porém seu pensamento é impedido por seu orgulho de guerreiro que não recua ante qualquer batalha.
Hulk aqui se mostra um adversário cruel, utilizando quase que todos os cenários como armas para esmagar Thor, mal dando tempo para que ele respire após cada porrada. Thor luta bravamente, só que enquanto Hulk está ileso, Thor sente parte de sua mortalidade ao sangrar várias vezes. O combate chega ao ponto de Hulk esmagar Thor com um trem inteiro como se fizesse uma cesta de basquete de 3 pontos! E Thor, cambaleando, levanta e continua a lutar (Estilo Rocky). Depois da boa surra levada bravamente, o martelo retorna, e Hulk sente temor, provoca sobre o martelo e Thor o lança ao chão mais uma vez, e diz a Hulk que pode vencê-lo de mãos nuas! Diante de tal valentia e espírito de guerreiro, Hulk demonstra seu respeito (a sua maneira) e parte.
FATALITY!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Um roteiro simples a primeira vista, ou que possa ser acusado de apenas entregar uma luta, mas na minha concepção uma ótima demonstração do tipo de histórias da Marvel que encantou gerações, incluindo a mim. Eu realmente vejo impacto nesse confronto, e falo isso como quem chega a se entendiar em determinados momentos de Vingadores 2. Temos um deus, um monstro e a provocação do escritor em lhe perguntar sobre o que faz de um ser um monstro? É o orgulho que deixa irracional e trará sua fera interior? Seu egoísmo? Desejo de vingança? Sua falta de nobreza em admitir que mesmo certo, as vezes não se vale lutar certos confrontos? Existem outros contos do fundo do baú da Marvel que pretendo colocar aqui, aguardem por mais.