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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

MEGA POST: TRILHA SONORA PINK FLOYD! parte 01 / 03


Pink Floyd – The Piper At The Gates of Dawn (1967)

É com orgulho que apresento um projeto junto com meu parceiro Ozymandias Realista de apresentar nossas impressões sobre todos os álbuns de uma de nossas bandas preferidas – PINK FLOYD. E começamos pelo primeiro álbum – The Piper At The Gates Of Dawn, de 1967. Primeiro álbum de estúdio da banda Pink Floyd, The Piper At The Gates Of Dawn foi gravado nos famosos estúdios Abbey Road (onde os Beatles gravaram seus álbuns). -- Roger (Planeta Marvel / DC).

Resolvemos dividir metade dos álbuns para cada, esperamos que gostem do resultado dessa viagem, que pretendemos fazer em 3 partes.
-- Ozymandias_Realista. 




Quando comprei este álbum, conhecia somente The Wall, The Dark Side Of The Moon e algumas canções de A Momentary Lapse Of Reason. Por isso, não é novidade se eu disser que levei um susto ao ouvir uma sonoridade tão diferente do rock progressivo que eu estava acostumado. Mesmo assim, eu tinha gostado tanto da banda, que decidi comprar todos os álbuns em ordem de lançamento.  A única informação que eu tinha na época vinha da revista BIZZ, lançada pela Editora Abril, e por meio dela, aprendi mais sobre a história da banda, o que incluía um foco em Syd Barrett, seu líder, fundador, letrista e guitarrista.

Hoje, analisando este álbum com músicas essencialmente psicodélicas, vejo uma grande contribuição para o rock, principalmente se levarmos em conta a época e o contexto em que foi gravado. Entre gnomos e espantalhos, Barret vai derramando faixa a faixa, letras que mais parecem contos de fada e uma sonoridade com várias experimentações, até mesmo com músicas sem refrãos. Já neste álbum de estreia, a banda mostrava suas fontes progressivas, com uma faixa instrumental de quase dez minutos – Interstellar Overdrive.

Lista das músicas lançadas originalmente:
1. Astronomy Domine.
2. Lucifer Sam.
3. Matilda Mother.
4. Flaming.
5. Pow R. Toc H.
6. Take Up Thy Stethoscope And Walk.
7. Interstellar Overdrive.
8. The Gnome.
9. Chapter 24.
10. The Scarecrow.
11. Bike.

É interessante notar desde o início, diferenças nas letras entre Barret e Waters.

“Wandering and dreaming. The words have different meaning. Yes the did”. (Matilda Mother – Syd Barrett)

“Music seems to help the pain. Seems to cultivate the brain”.
(Take Up Thy Stethoscope And Walk – Roger Waters)

Ficha técnica:

Syd Barrett: voz, guitarra, violão;
Roger Waters: voz, baixo
Richard Wright: órgão, piano, sintetizador;
Nick Mason: bateria, percussão.


Pink Floyd – A Saucerful Of Secrets (1968)



Quando evoco na minha mente a canção “Heart of Sun”, confesso que ao invés de uma viagem espiritual, como demais canções deles me permitem, eu lembro de jovens intelectuais, chapados de LSD, sem muita perspectiva com o futuro, e por acaso, essa era a banda Pink Floyd, em 1968. Mas, como poucos atentavam, havia um brilho maior ali, uma chama esperando incendiar. Mesmo que também em aparente sem sentido, a primeira faixa “Let There Be More Light”, já na segunda, “Remember a Day”, tudo ganha uma coesão. Um breve diálogo instropectivo com a simplicidade que o mundo tinha na nossa infância.

“Remember a day before today
A day when you were you young
Free to play alone with time
Evening never came”

Diziam os membros, em documentários, e entrevistas, que Sid Barret havia se afundado tanto “no ácido”, a ponto dele ficar “vazio”, “ausente”, algo oco. Não seriam esses versos, uma tentativa de dizer o quanto todo esse sucesso, nada lhe significava, que a simplicidade e beleza da vida tinha lhe escapado para sempre? Que sua consciência do tempo, de sua mortalidade, e autodeclarada inutilidade se tornava tão forte, a ponto dele não aguentar mais administrar sua lucidez, se entregando logo a uma “expansão psicodélica permanente”?


Na faixa 4, temos um pouco do “veneno” que Roger Walters empregaria a todo o militarismo no mundo, tema que ele amplificaria e muito um dia em “The Wall”, essa canção, “Corporall Leg”, pode ser chamada até de protótipo da futura “When The Tigers Broke Free”, utilizada no filme “The Wall” em 82.

A faixa 5, pode assustar, ou mesmo repelir, alguém que esteja escutando PF agora. Se trata de uma sequencia de sons, que evocam um certo suspense e desconforto. O destaque, acredito, seja a combinação “Nick Mason + Richard Wright”, algo que seria um tanto ofuscado pelos duelos criativos “Walters e Gilmors”. Apesar de ser o que dá nome ao disco, sendo sincero, não considero o ponto alto. Apesar dos 8 minutos em diante dela serem esplendidos, lembrando um pouco alguns trabalhos de Phillip Glass. Não teria o compositor tido sido inspirado por “A Saucerful Of Secrets” para produzir a trilha Sonora de “Candyman”? Capto algumas semelhanças.

A segunda parte do trabalho me equivale ao passar de uma tempestade. “See-Saw”, apesar da melodia tão suave e relaxante, é uma das canções mais tristes. “A gangorra” é mais um aceno de alguém que sabe que está em seu fim, tentando entrar em contato com o que foi sua ternura um dia. Servindo “Blues Jugband” como o cruel arremate:
  


I don't care if the sun don't shine

And I don't care if nothing is mine

And I don't care if I'm nervous with you

I'll do my loving in the Winter

And the sea isn't green

And I love the Queen

And what exactly is a dream?

And what exactly is a joke?


É imensamente atencioso de sua parte pensar em mim aqui

E eu fico muito grato por você deixar claro

Que não estou aqui

E eu nunca soube que a lua poderia ser tão grande

E eu nunca soube que a lua poderia ser tão azul

E estou grato por você ter jogado fora meus sapatos velhos

E ter me trazido aqui ao invés de se vestir de vermelho

E estou pensando quem poderia estar escrevendo esta canção

Eu não me importo se o sol não brilha

E não me importo se nada é meu
E não me importo se estou nervoso contigo
E vou fazer meu amor no inverno

E o mar não é verde
E eu amo a Rainha
E o que exatamente é um sonho?
E o que exatamente é uma piada?



Seguimos por duas sequencias de mais “confusão sonora”. Porém, escutando com mais calma, noto uma certa linha maior em tudo isso. Vejo tudo subliminarmente como a narrativa da morte espiritual de Syd Barret. As letras calmas trazendo o que ele teve um dia como humanidade, enquanto os sons perturbadores, como o processo de “purgatório”, mas de uma forma bem insana, em supervelocidade, e em repetições cruéis, note que as duas últimas faixas do álbum, evocam uma espécie de julgamento / absolvição, e ousaria dizer, arrebatamento. Tendo Syd perdido sua consciência com o passar dos anos, seria filosófico ou forçado eu dizer, que de uma forma indireta, sua alma, seu gênio, tudo o que ele foi em forma de arte, ficou preso em nesse disco. Se ele, infelizmente, ficou opaco, temos aqui, seu verdadeiro brilho, o brilho que haveria de ser evocado anos mais tardes, por aqueles que ele chamou um dia de amigos, na célebre “Shine Crazy Diamond”.

Uma curiosidade, que acabei descobrindo meio que sem querer hoje, é que a capa desse álbum, é um recorte sobre uma ilustração dos quadrinhos dos anos 60 do Doutor Estranho. Talvez eu esteja enganado, mas Roger Walters parecia ser um colecionador desse título. Confira pelo link:


  


1     Let There Be More Light
2     Remember A Day
3     Set The Controls For The Heart Of The Sun
4     Corporal Clegg
5     A Saucerful Of Secrets
    See-Saw
7     Jugband Blues


Ficha técnica

Richard Wright - órgão, piano, vocais, mellotron, vibrafone
Roger Waters - baixo, vocais
David Gilmour - guitarras, vocais
Nick Mason - bateria, percussão, vocais em "Corporal Clegg"
Syd Barrett - guitarras e vocais em "Jugband Blues", guitarra em "Set the Controls for the Heart of the Sun", guitarra acústica e slide guitar em "Remember a Day" Slide Guitar em "Let There Be More Light" Guitarra base em Corporal Clegg

  
Pink Floyd – More (1969)

Terceiro álbum da banda, e podemos considerar como o primeiro com a formação clássica com o quarteto – Roger Waters, David Gilmour, Rick Wright e Nick Mason – já que o álbum anterior A Saucerful of Secrets ainda continha contribuições de Syd Barrett.
   
 
Trata-se da trilha sonora do filme homônimo dirigido por Barbet Shroeder lançado em 1969. Película à parte, a trilha sonora apresenta uma banda em momento de transição musical. São várias faixas instrumentais, típico de trilhas sonoras. A mais longa, “Quicksilver”, tem pouco mais de sete minutos. Algumas músicas ainda são carregadas com o psicodelismo da era Barrett como “Main Theme” e “Crying Song”. Há momentos do bom e velho Rock N’ Roll como ‘The Nile Song” e “Ibiza Bar” e momentos pop como “Cymbaline” composto somente por Roger Waters. A abertura do álbum com “Cirrus Minor”, para mim, é o ponto alto, uma canção com todos os elementos clássicos da banda – melodia dramática, forte arranjo dos teclados “etéreos” de Rick Wright, vocal que lembra Syd Barrett, estilo ao tocar o vilão e os arranjos de fundo com “passarinhos cantarolando”. Os solos melodiosos de Gilmour e os vocais angustiados de Waters só começariam a despontar anos mais tarde.

Lista das músicas lançadas originalmente:
1. Cirrus Minor.
2. The Nile Song.
3. Crying Song.
4. Up The Khyber.
5. Green Is The Color.
6. Cymbaline.
7. Party Sequence.
8. Main Theme.
9. Ibiza Bar.
10. More Blues.
11. Quicksilver.
12. A Spanish Piece.
13. Dramatic Theme.

Ficha técnica:
David Gilmour: voz, guitarra, violão;
Roger Waters: voz, baixo
Richard Wright: órgão, piano, sintetizador;
Nick Mason: bateria, percussão.


Em 1967.

Pink Floyd – Ummagumma (1969)



Sem mais Syd Barret, o grupo parece estar perdido. Reformular todo o estilo? Dar continuidade? Como se a banda em si, já não fosse uma amálgama, por vezes indefinida em representações. Havia “rock progressivo”, orquestra sinfônica, Blues, Jazz, e influências “underground” de “subgêneros”. Eram quarto perspectivas, em um novo panorama. Perder o grande líder poderia ser um suicídio comercial, mas não para eles, era uma oportunidade de mais experimentação. Há também uma captura de ruídos e sons do nosso cotidiano, poderíamos chamar esse álbum, quem alguns pontos, como um “pré-Dark Side”, embora, em certo nível, essa seja uma visão bastante simplória de toda a inovação que esses caras buscavam já naquela época, fugindo em absoluto do estereótipo de banda de rock cheia de caveiras e “adereços de satã”, ou mesmo “banda que representava a juventude”.
Não, havia uma sofisticação maior ali. Uma nova busca, não se tratava mais de jovens em uma garagem se enchendo de drogas, havia uma disposição em lhe trazer novas dimensões perceptivas. A própria capa é um grande exemplo disso. Um espelho, dentro de outro espelho, e de outro espelho, e em cada um deles, os membros se reversam, apesar de manterem as mesmas poses nas fotos. Era uma forma inteligente de buscar a atenção do observador, de faze-lo tirar as ideias preconcebidas a respeito do funcionamento da banda. E ao que parece, até hoje, funcionou! Claro que passado os anos, os integrantes vem esse trabalho como primitivo, ou um lixo completo, mas há algo que eles não podem negar, esse disco talvez seja o que mais englobou igualmente as ideias de todos, algo que se perderia nos anos 70, graças a "ditadura criativa de Roger Walters"...

1. Sysyphus (Part 1)
2. Sysyphus (Part 2)
3. Sysyphus (Part 3)
4. Sysyphus (Part 4)
5. Grantchester Meadows
6. Several Species of Small Furry Animals Gathered Together in a Cave and Grooving with a Pict
7. The Narrow Way (Part 1)
8. The Narrow Way (Part 2)
9. The Narrow Way (Part 3)
10. The Grand Vizier's Garden Party (Part 1: Entrance) 
11. The Grand Vizier's Garden Party (Part 2: Entertainment)

12. The Grand Vizier's Garden Party (Part 3: Exit)

  


Pink Floyd – Atom Heart Mother (1970)


Este álbum magnífico também é conhecido como o disco com a capa da vaca. O lado A tem apenas uma música, a própria “Atom Heart Mother” com mais de 23 minutos e totalmente instrumental. Orquestra, coral e a banda acompanhando toda essa parafernália bem conduzida, enfim, uma obra de arte que termina com sua última canção, “Alan’s Psychedelic Breakfast” da maneira mais psicodélica possível. Dá pra imaginar o tal Alan fritando seus ovos, preparando e saboreando seu café da manga, enquanto os arranjos musicais se alternam de maneira sublime. O álbum já seria único com essas duas músicas, mas ainda restam outras três, essas com uma pegada bem mais acessível à ouvidos menos exigentes – “If”, com vocal de Roger Waters e uma introdução com apenas violão que vai progredindo até seu clímax com um solo de guitarra, baixo, bateria e piano, arranjo amplamente explorado em discos posteriores como The Wall. “Summer ‘68”, com voz de Richard Wright, com domínio dos pianos e seu famoso Órgão Hammond e arranjo de orquestra (mais uma vez). Por fim, “Fat Old Sun” com vocal de David Gilmour tem uma melodia que conquista logo de cara e mais um solo de guitarra memorável de mister Gilmour. Um dos melhores álbuns da banda em minha opinião, pois capta toda a essência do que o Pink Floyd sempre foi desde seu início. É possível perceber arranjos “floydianos” em vários momentos.

Lista das músicas lançadas originalmente:


1. Atom Heart Mother.
2. If.
3. Summer ’68.
4. Fat Old Sun.
5. Alan’s Psychedelic Breakfast.


“If I go insane, please don’t put your wires in my brain”, já dizia Roger Waters na canção “If”.

Ficha técnica:
David Gilmour: voz, guitarra, violão;
Roger Waters: voz, baixo
Richard Wright: órgão, piano, sintetizador;
Nick Mason: bateria, percussão.


Pink Floyd – Meddle (1971)



O que dizer? O álbum que tem a faixa “Echoes”, que sozinha, já quase justifica um álbum, com seus 20 minutos de duração. Teorias dizem seria um som composto especialmente para o capítulo final de “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, o que sempre foi negado pela banda, mas, convenhamos, parece ser “coincidência” até demais. A sensação, é de se estar transcendendo, mergulhando em um vazio, desconhecido, abandonando tudo aquilo que se conhecia, emu ma viagem sem volta, totalmente análogo a “Júpiter e Além”, da filmagem de Stanley Kubrick / Arthur C. Clark. Sendo cada álbum, por mais particular, um reflexo político e filosófico de cada época, além da busca incessante por novas combinações sonoras, fazendo da experiência instrumental, algo tão poderoso quanto os poemas que as acompanhavam…
Até mesmo a capa, que parece não ter sentido, se olhada com calma, parece um pouco com uma espécie de feto, de algo que não seja desse mundo, e com cores bem similares ao mais uma vez capítulo do filme de Kubrick. A tradução de "meddle", fica em algo como "intromissão", seria paranoia afirmar que tal "interferência" seria de uma força maior além de nós? Geralmente não acredito em ufologia, mas 2001 foi o tipo de obra que mais me deixou próximo a acreditar nisso, ainda mais quando peguei o livro para ler, cuja descrição de como seria o primeiro macaco pensante, que descobriria como se armar e liderar tudo, me pareceu altamente crível.
  

1. One Of These Days     
2. A Pillow Of Winds    
3. Fearless     
4. San Tropez     
5. Seamus     
6. Echoes





Pink Floyd – Relics (1971)


Acredito que a primeira coletânea do grupo, no caso, do “novo grupo”, com Gilmor substituindo Barret. Embora, "substituindo" seja uma palavra descolada nessa situação, já que a coletânea é quase o álbum de 67 inteiro, que por sua vez, era quase autoral de Syd. Uma curiosidade é que houve um tempo em que cometi a arrogância de achar que conhecia todos os sons que eles tinham feito, quando lendo Hellblazer, precisamente na questionável fase de Mike Carey, o personagem Chas cantava uma música, e na nota do editor ela era "Paint Box", advinha só de que banda... Ela é o track 05 desse material. Aqui há também de "novidade" o track 07 "Careful With That Axe Eugene", uma versão protótipo do que viria a ser "One my Turns" em The Wall.
O som havia sido composto originalmente para um filme chamado "Zabriskie point", filme que vim conhecer através do comentário do leitor Cleiton Gonçalves, no post sobre 5 filmes com Pink Floyd na trilha sonora. Na época de lançamento desse vinil, pode ter sido uma excelente oportunidade para quem havia perdido o primeiro, ou mesmo, que tinha um certo saudosismo com o que a banda era originalmente, além de uma forma de lucrar, foi uma forma de compensar. Hoje é bem mais fácil gostar de Floyd, ainda mais quando se começa com "The Wall", acredito que se eu estivesse vivo naquela época, certamente seria um dos descontentes, que ficaria lembrando de Syd e xingando os "novatos". Com uma pesquisa rápida adicional, também atestei que o track 10 foi lançado pela primeira vez nesse disco, sendo tocado antes só em shows ao vivo.

1. Arnold Layne 
2. Interstellar Overdrive
3. See Emily Play
4. Remember a Day
5. Paintbox
6.  Julia Dream
7. Careful with That Axe, Eugene
8. Cirrus Minor
9. The Nile Song
10. Biding My Time
11. Bike

 https://mega.nz/#!wElBGS5Z!e7lTEhM_uhRVYDBI22MZ5BFk4ueDRMG77vllOTf_57U



<FAIXA BÔNUS>:




Pink Floyd: Behind The Wall


Esse documentário pode ser enfadonho para quem não tenha uma certa familiaridade com a banda, eu mesmo desisti na primeira tentativa em assisti-lo, mas consegui assistir na segunda vez. Vale dizer que minha intolerância com filmes hoje em dia é maior, o que pode ter contribuído a isso, porém, boa parte da filhadaputagem controversa moral da ex-banda está exposta. Recomendo como uma forma de contextualizar melhor tudo isso, principalmente ao pessoal com menos de 30 anos de idade. "Lamento Roger, a banda se chama Pink Floyd, e não "Roger Walters and All Stars".  Demissão de um empresário que apostou tudo neles, inclusive o emprego que tinha, abandono de um amigo de infância em situação terrível e egolatria suprema são só alguns dos temas.







Á caminho do Lado Negro da Lua...


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