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sábado, 29 de abril de 2017

HQ CURTA DE SEGUNDA #05 -- JUSTICEIRO: Na Cadeira do Dentista...


Mas hoje não é segunda.

Mas todo dia é dia de se ler...

Roteiro: Garth Ennis
Arte: Joe Quesada
Capa: Glen Fabry

Aliás, acredito que essa tenha sido a única vez que Ennis e Quesada trabalharam juntos. Mesmo com seu traço perfeito para o Demolidor, esse quadrinho ultra detalhado mais que prova a capacidade que Quesada teria de desenhar algum arco da inesquecível fase do Ennis com o Justiceiro pela Marvel Max, só havia um único empecilho para isso não ter ocorrido: Joe era o editor chefe da empresa...












sexta-feira, 28 de abril de 2017

MEMÓRIA NERD (“western spaghetti”): Trilogia dos Dólares (Sergio Leone - 1964/1965/1966)


Neste MEMÓRIA NERD vamos falar da já quase esquecida Trilogia dos Dólares (italiano: Trilogia del dollaro), também conhecida como a Trilogia do Pistoleiro Sem Nome que são uma série de filmes do subgênero western spaghetti dirigidos por Sergio Leone. 

De cara vamos explicar esse tal de: “Western Spaghetti”, Faroeste Espaguete, Faroeste Macarrônico ou Bang-bang à italiana que é basicamente um subgênero dos filmes de Cowboy de produção italiana das décadas de 1960 e 1970, muitas vezes com a participação de atores famosos, mesmo em início de sua carreira que mais tarde viriam a tornar-se estrelas internacionais. Eram produções italianas (embora houvessem alemães, franceses e espanhóis na produção) de filmes cuja temática era o faroeste americano. Houve uma explosão desse tipo de filme,por que os EUA já tinham parado de produzí-los.

No caso deste post, estamos falando especificamente dos seguintes filmes: Por Um Punhado de Dólares (Per un pugno di dollari), Por uns Dólares a Mais (Per qualche dollaro in più) e O Bom, O Mal e o Feio (Il buono, il brutto, il cattivo).
Os três filmes foram estrelados por Clint Eastwood, Lee Van Cleef e Eli Wallach. E como mencionado no início, todos foram dirigidos por Sérgio Leone.

Sérgio Leone, além de ter dirigido os já citados filmes, também dirigiu outros quatro (4) filmes. Mas, vamos nos focar nestes que marcaram tanto o início de sua carreira, quanto a própria essência do que passariam a ser os filmes de faroeste.
Para melhor explicar o que quero dizer, eis aqui algumas interessantes curiosidades:
O filme Per un pugno di dollari (Por um punhado de dólares) ( 1965)  o primeiro da trilogia dos dólares é considerado o primeiro western spaghetti,mas já haviam sido produzidos outros 25 filmes de western na Itália,mas esse foi o primeiro com lançamento internacional;
Clint Eastwood estrela todos os 3 filmes da trilogia,como um personagem sem nome(quando se referem a ele nos filmes é sempre um apelido);
Sergio Leone dizia que Clint Eastwood só tinha duas expressões faciais:Com chapéu e sem chapéu;
Clint Eastwood não fumava,mas seu personagem fuma em todos filmes da trilogia
Per un pugno di dollari foi baseado no filme japonês Yojimbo (1961) de Akira Kurosawa.O filme era tão semelhante que Kurosawa processou Leone e ganhou 15% do filme em todo o mundo os direitos exclusivos de distribuição e bruto para o Japão, Taiwan e Coréia. Kurosawa disse mais tarde que ele fez mais dinheiro com estes direitos do que ele em Yojimbo
Sergio Leone e Ennio Morricone,o gênio que compôs as musicas dos seus filmes e de vários outros,eram colegas de classe quando crianças;
Além de Clint Eastwood , é claro, os atores Mario Brega , Benito Stefanelli , Aldo Sambrell , e Antonio Molino Rojo são os únicos atores a aparecer em todos os 3 filmes da "Trilogia de Dólares" 
Os personagens de Mario Brega morrem em todos filmes da trilogia,no primeiro filme,o personagem dele morre esmagado por um Barril,no segundo o personagem dele é esfaqueado nas costas e no terceiro ele bate a cabeça contra as rochas numa fuga;
Em Por uns dólares a mais (1965)  Por uns Dólares a Mais ,Clint Eastwood esse personagem chama Lee Van Cleef  de "homem velho ", enquanto Van Cleef chama Eastwood de " rapaz ". Na realidade, Clint já tinha 35 anos e Lee apenas 40 anos quando este filme foi feito. 
O filme Il Buono, il Brutto, il cattivo (1966) foi traduzido no Brasil como Três homens em conflito,mas a tradução literal dele seria "O bom,o mau e o feio".Anos mais tarde foi assim que esse filme foi traduzido
Se você realmente não sabe, mas tem interesse em saber, fique sabendo que a Trilogia dos dólares é baseada em aventuras de caçadores de recompensas no velho oeste americano, com Clint Eastwood interpretando um pistoleiro sem nome que arma planos e truques sofisticados para pegar os bandidos, além, é claro, de possuir uma pontaria das mais certeiras da história dos faroestes.
Como já dito, o primeiro filme é uma versão do japonês Yojimbo, de Akira Kurosawa. No segundo, há duelos e confrontos fantásticos de Eastwood com personagens interpretados por atores que se tornariam astros do gênero (Klaus Kinski e Lee Van Cleef). Também há muitas explosões, com Eastwood fazendo uso de bananas de dinamite. E no terceiro, o famoso "triplo confronto" no clímax final, embalado pela música de Ennio Morricone.
Eastwood exploraria novas variações do seu personagem quando voltou para os Estados Unidos (por duas vezes - The Pale Rider (Cavaleiro Solitário, no Brasil) e High Plains Drifter (O Estranho Sem Nome, no Brasil) o misterioso pistoleiro apareceria em versões que o mostravam como um tipo de estranho vingador "sobrenatural", por exemplo, o que justificaria as capacidades extraordinárias vistas nos outros filmes) - e até mesmo realizaria uma espécie de despedida (amarga), mostrando o que seria uma faceta humana do grande cowboy, no premiado Unforgiven (Os imperdoáveis, no Brasil).

Trilhas sonoras:
Grande parte da emoção provocada nos filmes de western spaghetti, se deve às inspiradas trilhas sonoras compostas pelo compositor italiano Ennio Morricone, que ainda hoje figuram entre as mais belas da história do cinema como um todo.
Ao contrário de trilhas excessivamente vibrantes ou heróicas ou simplesmente mal editadas (vide o tema de Os Sete Magníficos, The Magnificent Seven, cujo belo tema é tocado desnecessariamente e em momentos equivocados até à exaustão) geralmente comuns à maioria dos filmes dos westerns até então, a trilha de Ennio Morricone trouxe substância e sensibilidade: sons de assovio, que remetem à solidão do vaqueiro, sons de guitarra flamenca, que remetem à Espanha e ao deserto do oriente médio, sons de gaita imitando a respiração de um moribundo, suaves sons de xilofone acompanhando à contagem regressiva de um relógio de bolso, corais que remetem ao som dos coiotes e corais angelicais que transmitem redenção espiritual ao meio à aridez do deserto são alguns dos criativos componentes que Ennio Morricone trouxe ao gênero.
Em uma nota mais recente, a trilha sonora do filme Il buono, il brutto, il cattivo, The Ecstasy of Gold, foi interpretada pela orquestra de San Francisco regida pelo maestro Michael Kamen, no advento do concerto do Metallica S&M (Symphony And Metallica) de 1999.
O tema de Once Upon a Time in the West foi também gravado pela cantora de fado portuguesa Dulce Pontes, no CD "Focus" de 2003.
Temas de Ennio Morricone para a trilogia dos dólares também temperaram a trilha do filme Kill Bill: Volume 2, do diretor Quentin Tarantino, que de certa forma homenageia o clima dos westerns.
A Trilogia Mariachi do diretor mexicano Robert Rodriguez, também é uma clara homenagem à trilogia de Sergio Leone.

SINOPSES:
Por um Punhado de Dólares: Joe (Clint Eastwood) é um perigoso e misterioso pistoleiro recém chegado a San Miguel, uma pequena cidade da fronteira, rude e empoeirada onde dois grupos rivais de contrabandistas aterrorizam os cidadãos mais pobres. Rápido no gatilho, o pistoleiro logo recebe ofertas de emprego vindas das duas gangues. Mas, sua lealdade não pode ser comprada, mas mesmo assim ele aceita os dois empregos. Sua intenção é desmascarar os criminosos com um inteligente jogo de confrontos mortais.

Por uns Dólares a Mais: Manco (Clink Eastwood) é um astuto caçador de recompensas, que perambula pelas cidades do velho oeste americano em busca de um novo alvo. Ele o encontra quando, vê o cartaz de procurado de Indio (Gian Maria Volonté), um perigoso bandido que também está sendo procurado pelo coronel Douglas Mortimer (Lee Van Cleef), outro caçador de recompensas. Os dois partem no encalço de Indio mas, sem conseguir capturar o bandido nem eliminar o rival, eles precisam decidir entre unir forças ou serem eliminados pela gangue de Indio. Esta obra-prima do gênero é a segunda, da famosa: “Trilogia do Dólar”, do mestre Sérgio Leone.

O Bom, o Mal, e o Feio: Três bandoleiros "ajudam-se e enganam-se" mutuamente, tentando se apossar de uma fortuna de dólares em ouro, durante a Guerra Civil americana. Belíssimo filme, com a dose certa de humor, divertido, ruidoso, movimentado, bonito, com um final antológico. Um marco inesquecível da história do cinema. Destaque para o trabalho de Wallach. Com uma trilha sonora maravilhosa do grande mestre Ennio Morricone. Sergio Leone mostrou ao mundo nesta produção, mais uma vez, toda sua genialidade. Imprescindível.





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sábado, 22 de abril de 2017

ANÁLISE COLEÇÃO MONSTRO DO PÂNTANO


Aproveitando a recente morte de seu cocriador, Bernie Wrightson, dia 19 de março, resolvemos acelerar este post especial sobre o Monstro do Pântano que já estava sendo planejado há um tempo. A razão para isso é que o ícone da DC Comics é criação do roteirista Len Wein com o veterano do terror Wrightson. Ele surgiu em 1971 em uma história de oito páginas da HQ The House of Secrets #92, em uma fase que os responsáveis que viriam a ser eternamente lembrados ainda eram novatos no território. A HQ foi a mais vendida do mês! Passando todos os títulos mais tradicionais da editora! Depois eles receberam confiança dos editores para seu próprio título, o Swamp Thing! Mesmo tendo tudo pra se tornar personagem secundário em uma editora protagonizada por Batman e Superman, o Monstro do Pântano cativava o público, chegando até a ter três filmes produzidos (mesmo sendo todos muito ruins), o que trouxe o retorno das revistas. Eis que em um maravilhoso momento dos anos 80 ligaram para o nosso querido britânico Alan Moore para que trabalhasse com o personagem, já que apesar de serem bons, os trabalhos do escritor eram polêmicos, então era melhor testá-lo com um título que não fosse tão famoso (como também fizeram Neil Gaiman e Grant Morrison com Sandman e Homem-Animal, viram no que deu). A partir de então a série do personagem não deixa de figurar entre as HQs indispensáveis da história da DC, considerada um trabalho divisor de águas, inspirador e uma das melhores publicações de terror já feitas no território da nona arte. Levando em consideração que dois ou três trabalhos que Alan Moore fez com Batman e Superman entraram pra sempre entre as melhores histórias dos personagens, o que falar então de uma série que ele escreveu por anos? Fica difícil superar. Mas nos últimos anos tivemos uma agradável surpresa com o retorno de uma revista mensal para o amado personagem na linha dos Novos 52. Muitas pessoas gostaram, inclusive nossa equipe do site. Com a despedida de Bernie Wrightson, vamos fazer essa longa homenagem ao personagem que ele deixou para nós e com sorte ainda acompanharemos por muitos anos.

"A gente não tinha ideia que criaria uma lenda." Len Wein


POSTS DE ANÁLISE ANTERIORES


COLEÇÃO HELLBOY




quinta-feira, 20 de abril de 2017

OVERDOSE (?) DE TRAILERZINH0S DE INJUSTICE 2


Bem, eu não tenho Ps4 na verdade nenhum vídeo game há anos, zerei o Injustice 1 há anos, mas passei esses anos lendo freneticamente o quadrinho online do Injustice, aliás, até mesmo devo um mega post turbinado falando sobre os cinco anos dessa série, tendo como ponto mais alto -- não me canso de falar -- o Ano 2. Por mim, a história já estaria fechada, mas não posso dizer que fiquei indiferente assistindo esses trailers, apesar de descontentes com algumas coisas.






Batman pedindo consultoria ao Super-Homem na prisão... Os dois voltando para trabalhar juntos, golpes militares do Gorila Grodd (quem não sabe que a Mulher-Gato tá disfarçada na Sociedade dos Vilões a mando do Batman?!), Supergirl tentando dar um rebith no primo (hã hã?!) e os “testes de mercado” capitaneados pelo Monstro do Pântano. Ah sim, some a tudo isso o Brainic...




Sei não, esse Injustice 2... Essa "história" toda dos trailers parece me remeter a alguma outra obra bem famosa da DC...







domingo, 16 de abril de 2017

Review: Marvel DeLuxe Thor Vol. 2 - Em Nome do Pai (Editora Panini)

Veja a análise do Planeta sobre Thor – Em Nome do Pai, que reúne as edições #7-12 e 600 da revista Thor (2007), escrito por J.M. Straczynski e desenhos de Olivier Coipel e Marko Djurdjevic, lançado pela Editora Panini, como parte da coleção Marvel DeLuxe.


Comentário: 

#7: Esgotado pelo esforço de trazer todos os asgardianos de volta, com exceção de Sif e Odin, Thor entra no Sono de Odin para se recuperar. Durante o sono se encontra com seu Pai, que lhe conta sua história, desde os últimos dias de Bor, seu pai, até ele mesmo assumir o trono de Asgard e o nascimento de Thor, um ciclo que estava predestinado a se repetir.
#8: Odin revela toda a verdade que o levou a adotar Loki. Entendendo que o retorno de Odin não é possível sem a ameaça de Surtur, Thor luta uma última vez ao lado de seu Pai. Enquanto Thor repousa em seu sono, Donald Blake aproveita para reencontrar Jane Foster após tanto tempo. Na verdade, seu principal objetivo é a busca por Lady Sif, o que acaba decepcionando Jane. E o destino de Sif é revelado.
#9: Independente da maneira como tenha retornado, Loki continua a desfilar seu veneno verbal entre os nobres guerreiros de Asgard, tendo como alvo especial, Balder, o Bravo. Loki induz Balder a uma batalha contra alguns Gigantes do Gelo, tudo parte de seu estratagema para desestruturar o poder de Thor. Bill visita Asgard para se encontrar com Kelda.
#10: Loki revela a Balder, que ele também é filho legítimo de Odin, contando-lhe toda a história de seu nascimento e o motivo dele ter sido guardado em segredo até hoje. Balder indaga Thor sobre essa revelação, no que o deus do trovão confirma toda a verdade. Ainda assim, Loki insiste em instilar a conspiração entre os dois irmãos. A visita de Bill à Asgard e seu contato com a bela Kelda, mexeu com os sentimentos do jovem.
#11: Por direito, Balder se torna o novo Príncipe de Asgard, mas está sendo perigosamente aconselhado por Loki. Ainda mais diante de um povo guerreiro preso atrás das muralhas de Asgard, sem nada para fazer. Sif ainda continua a lutar pela vida, aprisionada no corpo de uma idosa em estado terminal. Um ano após o assassinato do Capitão América, Thor vai prestar suas homenagens.


#12: Loki está cada vez mais perto de conseguir trazer a ruína para seu meio-irmão Thor. Ele recorre a Hela para voltar ao passado em seu antigo corpo masculino para cumprir com sua própria profecia. Um momento em que vários fatos narrados até agora se conectam em um ato frio de vingança.
#600: Loki traz de volta Bor, pai de Odin sob seu encantamento, em plena Manhattan. Isso leva o deus renascido a um estado insano e apenas Thor pode parar seu avô, sem saber de quem se trata. As ruas da metrópole se transformam em um campo de batalha onde apenas um poderá sobreviver. Porém, o destino final da luta traz uma grave consequência para Thor, o banimento de Asgard.

Análise:
Thor conseguiu trazer de volta todos os antigos asgardianos, com exceção de Odin e Sif. Sobre seu pai todo-poderoso, Thor entra no Sono de Odin, para reencontrar com seu pai e resolver de uma vez por todas as questões que sempre ficaram pendentes. Porém, a busca por Sif continua, e o deus do trovão conta até mesmo com a ajuda de Donald Blake. Em Asgard, Loki, agora em um cirpo feminino, continua a instilar seu veneno mortal por meios de suas palavras sempre bem escolhidas a fim de trazer a ruína para seu meio-irmão Thor e todos os seus súditos.

Os laços familiares são enfatizados por JMS nesse segundo arco. A relação entre Odin-Thor, Thor-Balder e até mesmo com Loki, que, aliás, foi o personagem principal dessa trama. Retratado de maneira interessante, Loki fez jus a todo o seu histórico maligno, porém, limitando-se apenas às suas artimanhas verbais e de forma sutil, mais um ponto positivo para o escritor, que acerta no tom, mesclando dramas familiares nórdicos com suspense, ação e bom humor. Os desenhos de Olivier Coipel em especial nas feições de Loki é algo bem marcante. Enfim, JMS continua a comprovar sua competência ao trabalhar heróis conhecidos, mesclando novos e antigos conceitos de sua mitologia. Leitura altamente recomendada.

Por Roger




terça-feira, 11 de abril de 2017

Maratona Novos 52 - Universo Edge Parte 1



Análise de Stormwatch #1-6, do encadernado Stormwatch: The Dark Side, com roteiro de Paul Cornell e desenhos de Miguel Sepúlveda e Al Barrionuevo, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Harry Tanner, o Espadachim vai investigar a Lua e descobre um plano terrível em andamento. Na Rússia, uma equipe formada por Jack Hawksmoor, Ajax e Projecionista tentam recrutar Apolo para o Stormwatch.

Edição #2: Com a aparição de Meia-Noite, o atual líder do Stormwatch, vai à Rússia pessoalmente realizar o recrutamento dele e de Apolo. De repente, Jack Hawksmoor começa a sentir todas as cidades do mundo em desespero. Uma ataque está vindo diretamente da Lua.

Edição #3: Apolo precisa impedir que a Terra seja atingida por mais meteoros. O único que caiu na Terra por enquanto, ativou uma enorme criatura que absorve energia ao seu redor. Projecionista tenta impedir a mídia de divulgar o que está acontecendo, mas nem o resto da equipe do Stormwatch não consegue deter a criatura.

Edição #4: Apolo retorna para ajudar a equipe, e uma antiga cidade é detectada. Mesmo assim, o caos e a destruição parecem inevitáveis. Diante da ineficiência de Adam Um, Engenheira assume o comando temporariamente.

Edição #5: A Divisão das Sombras, que controla o Stormwatch decidiu que é hora da equipe ter um novo líder, em vista da incapacidade de Adam Um demonstrada em sua última missão. Harry Tanner tem seus próprios planos, mas é descoberto por Meia-Noite. Porém, o Espadachim consegue detonar uma bomba dentro da Balsa.

Edição #6: Harry escapa da Balsa com a nova líder, Projecionista. O grande problema do Stormwatch não é simplesmente sobreviver, mas continuar a ocultar sua existência do resto da humanidade. Com a ordem instalada, a Engenheira é nomeada a nova líder interina. Com a adição de Apolo e Meia-Noite ao Stormwatch, a equipe está pronta para ir à caça de seu traidor.

Stormwatch foi um título muito bem conceituado pelo selo Wildstorm, às mãos do escritor Warren Ellis na década de 90. E agora, a equipe é inserida dentro da cronologia dos Novos 52 com a adição de J’Onn J’Onnzz, o Caçador de Marte. Muita ação, mistério e traição em seu bom arco de estreia. Leitura recomendada.

Análise de Bandoleiro #1-8, do encadernado Grifter: Most Wanted, com roteiro de Nathan Edmondson e desenhos de Cafu, Scott Clark e Daniel Sampere, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Cole Cash, ex-operativo das forças especiais americanas e atuando como vigarista é abduzido. Depois de escapar dos alienígenas que o prenderam, passa a ouvir vozes em sua cabeça ameaçando-o e procurando por seu paradeiro.

Edição #2: Não são somente os Demonitas que estão atrás de Cole. Seu irmão, o Sgt. Max Cash foi designado pelo Pentágono para prendê-lo a qualquer custo. Até mesmo sua namorada, Gretchen resolveu deixá-lo após seu sumiço. Cole achou que havia ficado cativo por 17 minutos, mas na verdade, foram 17 dias.

Edição #3: Antes que pudesse provar sua inocência, Cole é alcançado por outro demonita. O confronto faz uma vítima fatal, seu irmão Max. Mas o Bandoleiro consegue uma pista que o levará até Seattle. E Gretchen é capturada pelos Demonitas.

Edição #4: As pistas que o Bandoleiro conseguiu com Tsavo o levam até a Q-Core, empresa de Oliver Queen. Sob ataque, o Arqueiro Verde intervém e confronta o Bandoleiro nas ruas de Seattle. Antes que pudesse ser preso pelas autoridades locais, Cole é salvo por Sofia Cordon.

Edição #5: Ainda relutante em confiar em Sofia, Cole sai novamente atrás de informações e é cercado pelos demonitas de Tsavo, contrariando ordens de Carver. Ela aparece e captura o Bandoleiro, transportando-o para sua nave, onde ele encontra Gretchen, também cativa.

Edição #6: Sofia encontra e consegue invadir a nave demonita onde Cole Cash está preso e prestes a ser oferecido em sacrifício. Resta pouco tempo para salvar o Bandoleiro e o destino do planeta.

Edição #7: Uma voz em sua cabeça leva o Bandoleiro até os Himalaias, mas ele não está sozinho. Acaba conhecendo e enfrentando Meia-Noite do Stormwatch.

Edição #8: Cole e Sofia estão em Paris. Antes de retornarem, o avião em que estão é atacado e Sofia é mais uma vítima dos Demonitas. Além disso, Cole tem um reencontro inesperado com seu irmão Max. A vida do Bandoleiro está cada vez pior nas mãos dos alienígenas.

O Bandoleiro é outro personagem da Wildstorm inserido no universo DC dos Novos 52. A aparição do Arqueiro Verde ajudou no processo de integração. Tramas envolvendo ladrões de corpos e invasões alienígenas costumam render histórias interessantes e a do Bandoleiro está apenas começando. Esse primeiro arco ajudou a definir as motivações do personagem principal. Leitura satisfatória.

Análise de Vodu #1-6, do encadernado Voodoo: What Lies Beneath, com roteiro de Ron Marz e desenhos de Sami Basri, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Os agentes Tyler Evans e Jéssica Fallon foram designados para investigar uma criatura alienígena suspeita de ser uma espécie de espiã para seu povo. As pistas levam até Priscilla Kitaen, cobiçada dançarina da boate Vodu. A missão era apenas de reconhecimento, mas acaba se tornando um perigo mortal quando o agente Evan confronta Priscilla diretamente.

Edição #2: Depois de encontrarem o corpo do agente Evans, os Lâminas Negras, que pertencem a um departamento especial do governo, entram em ação. A agente Jéssica Fallon confronta Priscilla pessoalmente, mas a alienígena transmorfa consegue escapar.

Edição #3: Priscilla viaja para se encontrar com seu contato na Terra. Ela diz que a missão de reconhecimento e observação dos heróis terrestres foi comprometida, quando são abordados pelo Lanterna Verde Kyle Ryner, que detectou sinais de transmissões suspeitas para o espaço sideral.

Edição #4: Quando entrou em contato com a agente Fallon, Priscilla penetrou em sua mente e descobriu sobre suas instalações secretas e os arquivos confidenciais sobre a Liga da Justiça e outros super seres. Vodu aproveita essas informações para invadir o complexo e acessar esses arquivos.

Edição #5: Vodu é inteceptada por um demonita. Ela também é demonita, mas híbrida e acredita em sua missão, embora alguns demonitas “puros” não pensem exatamente da mesma forma, encarando os híbridos como abominações.

Edição #6: Dentro de sua nave, Vodu descobre que é uma clone e que foi enganada pelos seus próprios superiores. Agora, ela exige respostas. Na Terra, a agente Fallon, com a ajuda do Valete Negro tentam resgatar a verdadeira Priscilla Kitaen, que estava aprisionada e sendo submetida a vários experimentos nos laboratórios dos Lâminas Negras.

Vodu é mais um título oriundo do selo Wildstorm, a exemplo do Bandoleiro, suas histórias estão ligadas à tentativa de invasão à Terra por parte dos demonitas. Uma narrativa fluída, com um roteiro que vai se construindo aos poucos, sob os belos traços do desenhista Sami Basri. Leitura recomendada.

Análise de Esquadrão Suicida #1-7, do encadernado Suicide Squad: Kicked in the Teeth, com roteiro de Adam Glass e desenhos de Federico Dallocchio, Cliff Richards e Clayton Henry, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Sete membros do Esquadrão Suicida foram apanhados, torturados e sua “lealdade” à Amanda Waller posta à prova. E em sua primeira missão, eles são enviados ao Mississipi eliminar um estádio de futebol lotado.

Edição #2: Ao aterrissar dentro do estádio, o Esquadrão percebe que todos foram infectados e se tornaram uma espécie de zumbis. Pistoleiro é o homem de confiança de Waller e quando consegue o que veio buscar, acabam sendo encurralados por agentes federais.

Edição #3: Em posse do bebê que é imune ao vírus zumbi, os membros do Esquadrão precisam se esconder até o momento certo para a extração. Pensando que as bombas instaladas em seus pescoços seriam extraídas após cumprirem a missão, eles devem estar prontos para a próxima, e desta vez, o Capitão Bumerangue se junta ao Esquadrão, e como líder.

Edição #4: Com a adição do Capitão Bumerangue e Ioiô, o Esquadrão – Pistoleiro, Arlequina, Tubarão-Rei e El Diablo – invadem uma base do Basilisco para sequestrar a cientista que desenvolveu o vírus zumbi. Faltando menos de 20 minutos para as bombas instaladas explodirem em seus pescoços, os membros do Esquadrão se vêem no meio de uma rebelião de super vilões em Belle Reve.

Edição #5: Conseguir conter uma revolta de prisioneiros, onde mais da metade são meta-humanos é um trabalho suicida, ou seja, o trabalho exato para o Esquadrão lidar. Sem a nanobomba em seu pescoço, Arlequina consegue escapar de Belle Reve.

Edição #6: Os primeiros contatos da Dra. Harleen Quinzel com o Coringa. Enquanto o Esquadrão vai atrás da Arlequina, ela tem outros planos, e com certeza, envolvem o Palhaço do Crime.

Edição #7: A origem da Arlequina é contada em forma de flashbacks, enquanto o Esquadrão Suicida a persegue dentro da Delegacia de Polícia de Gotham, onde o rosto do Coringa está guardado.

A versão Novos 52 do Esquadrão Suicida com bastante ação e reviravoltas, mas sem o humor e as variedades nas missões que a versão dos anos 80 possuía. Leitura razoável.

Análise de Falcões Negros #1-8, do encadernado Blackhawks, com roteiro de Mike Costa e desenhos de Grahan Nolan, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Os Falcões Negros sempre agiram para garantir a paz mundial em segredo, mas uma missão quase mal sucedida expôs a existência do grupo, provocando uma reação imediata das Nações Unidas.

Edição #2: Depois da última missão dos Falcões, o Coronel Lincoln descobre que uma de suas operativas de elite, Kunoichi, foi infectada com nanócitos. Outros dois membros – Selvagem e Canadá – estão desaparecidos e o Irlandês teve seu braço cortado fora. Muitas baixas para um dia de serviço.

Edição #3: Titus, o prisioneiro com os mesmos nanócitos em seu organismo se liberta, mas não tenta escapar do Ninho da Águia, suas intenções são outras. Canadá e Selvagem conhecem a Mãe-Máquina, a responsável pelos ataques recentes aos Falcões Negros e a infecção do vírus tecnológico.

Edição #4: Selvagem e Canadá escapam da cidadela da Mãe-Máquina, mas não tem ideia de onde estão indo com sua espaçonave. E Kunoichi consegue deter Titus, mas a maior parte do Ninho da Águia é destruído no processo.

Edição #5: Em órbita da Terra, Canadá e Selvagem tem remotas chances de escapar com vida quando o satélite em que estão começa a fazer a reentrada. Nesse meio tempo, Selvagem descobre uma maneira de destruir a Mãe-Máquina e sua cidadela tecnológica.

Edição #6: O Ninho está recebendo uma visita da imprensa, embora ainda mantenha vários projetos secretos, um deles sendo monitorado por Selvagem no momento da coletiva. Na Estônia, Irlandês e Átila descobrem um plano de ataque ao Ninho que pode ter relação com uma tentativa mal-sucedida de invasão.

Edição #7: Um ataque terrorista causou a morte de Selvagem. Em retaliação, Lincoln e sua equipe alfa dos Falcões Negros, invadem a base inimiga, mas Kunoichi é surpreendida pelo seu líder, Steig Hammer, negociante de armas e que desenvolveu grande parte do armamento tecnológico dos próprios Falcões.

Edição #8: A Mãe-Máquina se infiltrou em Kunoichi e a usou para controlar toda a infra-estrutura do Ninho da Águia. Toda a instalação está comprometida.

Uma força de elite secreta financiada pela ONU, os Falcões Negros tiveram seu título cancelado prematuramente infelizmente, pois tinha um bom potencial para histórias que trabalhavam com personagens fora do convencional. Leitura satisfatória.

Análise de OMAC #1-8, do encadernado OMAC: Omactivate!, com roteiro de Dan DiDio e desenhos de Keith Giffen e Scott Kolins, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Irmão-Olho quer invadir o computador central das Indústrias Cadmus e acessar todos os seus arquivos secretos. Para isso, ele usa o jovem cientista Kevin Kho, transformando-o em OMAC, uma criatura mecânica-robótica de poder imensurável.

Edição #2: Irmão-Olho direciona OMAC até uma pequena cidade no Texas a fim de capturar um ex-operativo criado nos laboratórios da Cadmus para servir ao Xeque-Mate.

Edição #3: Irmão-Olho arma um plano ao colocar Kevin atrás das grades de uma prisão na Louisiana, onde se encontra seu próximo alvo – Prof. Arous, o Homem Psi-Fi. Quando OMAC é ativado para capturar o Homem Psi-Fi, é interceptado por agentes do Xeque-Mate, liderados pelo Sgt. Steel. OMAC consegue escapar, bem como o Prof. Arous.

Edição #4: Kevin descobre um meio de cortar a ligação com Irmão-Olho, mas quando é atacado, precisa novamente se “omactivar”. Maxwell Lord, Rei do Xeque-Mate faz uma aliança com a SOMBRA, agência secreta de Frankenstein.

Edição #5: OMAC enfrenta Frankenstein. Enquanto isso, o Irmão-Olho percebe a oportunidade de invadir os computadores da SOMBRA.

Edição #6: Leilani, uma das Fúrias de Apokólips está atrás de uma Caixa Materna, que ela afirma estar com Kevin Kho. Correndo risco de vida, é a hora de “Omactivar”! Irmão-Olho fracassa em uma tentativa de assassinar Maxwell Lord, que resolver contra-atacar.

Edição #7: Superman resolve ajudar o Xeque-Mate e vai em busca de OMAC. Temendo pelo pior, Irmão-Olho transporta OMAC até um zoológico onde seus animais foram geneticamente modificados.

Edição #8: O Xeque-Mate empreende um ataque fulminante contra OMAC, obrigando o Irmão-Olho a tomar uma medida inesperada que irá afetar o futuro de Kevin Kho.

OMAC foi uma série interessante e prematuramente interrompida, tanto é que muitas questões ficaram sem respostas e um final um tanto precipitado. Mas tinha potencial para continuar. Leitura interessante.

Análise de Exterminador #1-8, do encadernado Deathstroke: Legacy, com roteiro de Kyle Higgins e desenhos de Joe Bennett e Eduardo Pansica, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Slade Wilson, o Exterminador é contratado para deter a negociação de Jeffrey Bode, um traficante de armas que pretende vender informações secretas aos inimigos. E para isso, ele é obrigado a trabalhar com um grupo de adolescentes treinados, o que vai contra todos os seus princípios.

Edição #2: Sua última missão era na verdade, uma armadilha e Slade tem em suas mãos as informações secretas. Porém, ao confrontar o intermediário Mikel, percebe que o problema é maior do que imaginava.

Edição #3: O Exterminador é atacado duas vezes por oponentes que se auto denominam Legado, matando os dois no processo. O que ele não sabe é que esses mercenários estão sendo contratados pelos pais da jovem April, que fazia parte do grupo de apoio que participou da missão de apreender Jeffrey Bode.

Edição #4: A pasta que o Exterminador recuperou de Jeffrey Bode contém pistas que levam a acreditar que Grant Wilson, filho de Slade pode estar vivo, apesar de ele achar o contrário. Suas investigações o levam até um antigo conhecido, Átila, hoje trabalhando com os Falcões Negros.

Edição #5: Christoph, um dos homens de confiança de Slade é assassinado. Enquanto continua procurando por pistas que possam revelar que seu filho Grant está vivo, o Exterminador é atacado por mais um “Legado”.

Edição #6: Exterminador enfrenta Legado em um combate brutal. Apesar de Legado revelar a identidade de seus contratantes – os pais de April – parece que há mais alguém por trás desses ataques à Slade.

Edição #7: Mesmo sem estar em suas melhores condições, Slade vai atrás de seu filho Grant. Com o confronto entre os dois quase no fim, os pais de April surgem e fazem uma nova e surpreendente proposta.

Edição #8: Recuperado da batalha mortal contra o Devastador, Slade está de volta à ativa como o mercenário Exterminador. Incansável e determinado a mostrar que é melhor que seu próprio pai, que o vendeu ainda criança por dez mil dólares à agiotas.

Kyle Higgins faz um ótimo trabalho nesse arco de estreia do Exterminador, focalizando sua trama em torno das relações entre pai e filho e o legado que isso pode representar. Leitura recomendada.

Análise de Grandes Astros do Faroeste #1-6, do encadernado All-Star Western: Guns and Gotham, com roteiro de Justin Gray e Jimmy Palmiotti e desenhos de Moritat, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Gotham, 1880. A polícia da cidade está preocupada com os constantes ataques do Carniceiro de Gotham. O Detetive Lofton pede ajuda do especialista em psicologia humana, Doutor Amadeus Arkham e do caçador de recompensas Jonah Hex. Surge uma aliança completamente inesperada à caça do assassino serial.

Edição #2: Suas suspeitas iniciais os levam ao lado corrupto e secreto que governa Gotham, um grupo que segue as orientações da Bíblia do Crime e quer dominar a cidade a partir de seu submundo.

Edição #3: A Religião do Crime é desmascarada por Hex e Arkham. Apesar do atentado contra o chefe de polícia, Hex resolve ir embora, pois já cumpriu com seu trabalho.

Edição #4: Jonah Hex havia terminado de matar três ladrões procurados. Antes de sair em definitivo de Gotham, é contratado pelo rico empresário Thurston Moody, cujo filho está desaparecido. Os caminhos de Jonah Hex e Amadeus Arkham se cruzam novamente quando eles descobrem que centenas de crianças dos subúrbios vêem desaparecendo ao longo dos anos.

Edição #5: Hex e Arkham descem aos subterrâneos de Gotham e se deparam com a escravidão infantil. Dominados pelos criminosos, são obrigados a unirem seus talentos se querem sobreviver.

Edição #6: Jonah Hex e Amadeus Arkham conseguem escapar dos subterrâneos e vão parar exatamente na frente da Mansão de Alan e Catherine Wayne (ancestrais de Bruce Wayne). Com as forças renovadas e o apoio das autoridades locais, Hex e Arkham retornam aos subterrâneos para libertar as crianças, inlcuindo o filho de Moody e descobrem um segredo terrível.

A proposta dos Novos 52 para Jonah Hex foi trazer o caçador de recompensas até os dias dos primórdios de Gotham, uns quinze anos à frente de sua época tradicional. Isso abriu caminhos interessantes para as aventuras de Hex ao lado do Doutor Amadeus Arkham, fundador do Asilo Arkham. Leitura altamente recomendada.

Análise de Homens de Guerra #1-8, do encadernado Men of War: Uneasy Company, com roteiro de Ivan Brandon e desenhos de Tom Derenick, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Joseph Rock, neto do Sgt. Rock é designado junto a um esquadrão em missão de resgate. Além das dificuldades naturais da missão, há um imprevisto – seu batalhão é pego no meio do ataque de um super ser voador.

Edição #2: Gravemente ferido, Joseph Rock tem um encontro, ou uma visão de Circe, uma espécie de protetora do povo super poderosa. O resgate acontece, mas uma semana se passa e algo não parece correto.

Edição #3: Outra missão do pelotão de Rock envolve a captura de um navio cargueiro, que acaba dando errado. Porém, algo inesperado acontece – o soldado Korba parece ter desenvolvido algum tipo de super poder.

Edição #4: Depois de serem salvos pelos poderes de Korba, a unidade de Rock tenta fugir do local através do deserto, mas são atacados perto de um lago salgado.

Edição #5: Rock e seu pelotão são capturados por supostos heróis de guerra lendários que já deveriam estar mortos.

Edição #6: Rock descobre que algo sujo, envolvendo o exército dos EUA está por trás desses soldados “imortais” liderados por Prior Hearst.

Edição #7: Duas histórias, a primeira escrita por James Robinson sobre o misterioso Capitão Saint da força especial da Aernáutica, e a segunda, escrita por J.T. Krull mostra as dificuldades do pós-guerra na pele do Sgt. Fishman. 

Edição #8: A última edição dessa série é escrita por Jeff Lemire e mostra Frankenstein, Agente da SOMBRA em missão durante a Segunda Guerra Mundial.

Homens de Guerra teve como foco inicial mostrar o lado “legado” da DC com Joseph Rock, neto do Sgt. Rock, mas intenção de misturar em demasia o lado da guerra real com o lado ficção dos super poderosos, deve ter prejudicado a longevidade no título. Leitura razoável.

Por Roger